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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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domingo, 20 de janeiro de 2013

23 de Janeiro de 1963 - A guerra na Guiné começou em Tite, há 50 anos.

pags 30 e 31 da referida revista

Caros companheiros
Através do "alerta" do amigo Joaquim Cosme, fui à procura da revista do CORREIO DA MANHÃ
de hoje, domingo dia 20, a qual trás um extenso artigo sobre a guerra colonial na Guiné/Bissau.
Descreve vários episódios, entre eles o inicio da guerra, que como sabem aconteceu em Tite, em 23 de Janeiro de 1963, faz agora 50 anos. Sobre isto, transcrevemos este pequeno excerto:
São feitos vários relatos, nomeadamente da operação Mar Verde, que libertou os nossos companheiros presos em Conakry.
É também referenciado o trágico encontro dos Majores, que resultou na morte dos mesmos e de um Alferes, por elementos afectos ao IN sob as ordens de André Gomes, Pedro Pires, Luis Cabral e Nino Vieira, como tem sido largamente noticiado através de vários programas vindos a publico na televisão e jornais.
É também publicada a lista completa dos companheiros mortos na Guiné, entre os quais aqueles que fizeram parte da CCS e das restantes Unidades aquarteladas em Tite, e das companhias que faziam parte do nosso Batalhão, mas que foram para outras paragens. A este respeito é dito a certa altura:

"A listagem dos militares das Forças Armadas Portuguesas mortos durante o período de guerra na Guiné, entre 1963 e 1974, é um trabalho em aberto. A preservação dos registos e informações foi negligenciada com a independencia dos novos paises africanos de língua Portuguesa. A recolha que adiante apresentamos, com 3046 nomes de militares idos da Metrópole e recrutados localmente, foi cedida pela Liga dos Combatentes, que faz trabalho importante pela preservação da memória."

É ainda exibida a foto que assinala o ultimo arrear da bandeira nacional, em Mansoa.
 
Vale a pena ler esta revista de hoje do CORREIO DA MANHÃ, A QUEM, COM A DEVIDA VÉNIA, AGRADECEMOS TÃO IMPORTANTE E HISTÓRICO ARTIGO.

2 comentários:

José Justo disse...

Já tenho a revista.
Artigo bem apresentado, com tristes sete páginas a cinco colunas em letra miudinha com os nomes dos camaradas que não tiveram a sorte que nós tivemos!!
Tenho um dossier não digital "GUINÉ" onde recolho artigos sobre a "nossa guerra" e pedia a quem se lembrasse dos nomes dos camaradas de Tite que faleceram e me desse algumas dicas.
Agradecido

Joaquim Cosme disse...

Quando vi aquela lista imensa de tantos falecidos fiquei chocado.
Lembrei-me do Leandro e comuniquei-lhe. Não fiz nada de especial.
Quantos familiares e amigos estarão ainda a sofrer!?
Joaquim Cosme