.

--

Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

-

"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


.

.
.

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART
EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

Facebook

Para abrires o nosso FACEBOOK, clica aqui


______________________________________________________________

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O Justo recordando as Mães de todos nós...


Amigo Guedes
Gostei dos versos sobre a mãe e apreciei muito o teu pensamento de carinho ao recordares decerto os bonitos anos de parte desse século que passou.
As mães marcam muito a nossa mente, e recordo que muito pensava na minha, naqueles malditos dois anos de Guiné.
No meu "diário de guerra" narro um episódio de um previsto e esperado ataque ao nosso quartel, segundo informações secretas do QG de Bissau, que por nossa sorte não se chegou a concretizar. Dispararam só umas longas rajadas da pesada por cima do quartel.
Essa noite, foi de 1 de Novembro, o dia do aniversãrio de minha mãe.
Lembro-me que as lágrimas me escorriam enquanto a caneta deslizava e escrevia o que naquele momento me sangrava a alma, e sentia que a minha cabeça repousava do seu colo.
Sou o homem mais feliz do mundo por a ter comigo.
Felizes dos que ainda beijam as enrugadas mãos que os embalaram.
Abraços para todos
Justo

3 comentários:

leandro guedes disse...

Olá Justo
Muito obrigado pelas tuas palavras e pelo trabalho publicado.
Um abraço.
Leandro Guedes.

Pica Sinos disse...

Muito bom.
Como eu me lembro desse dia.
Estavamos mesmo como se diz "à rasca".
Pois. Tudo passa? Em mim ou melhor na minha mente há ainda muita coisa que não passou e não sei se alguma vez passara.
Defacto mãe é mãe!
Vimos alguns camaradas feridos em agonia e era sempre pela mâe que pediam socorro. Porque seria?
Aceitem aquele abraço.

leandro guedes disse...

Na verdade, como diz o Pica, alguns dos nossos companheiros falecidos na Guiné, as suas últimas palavras foram para chamar pela Mãe.
Palavra mágica associada à magia dessa Pessoa que nos concebeu, alimentou, acompanhou o nosso crescimento e nunca de nós se distanciou a Mãe de cada um de nós...
Um abraço.