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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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sábado, 22 de setembro de 2012

Outono - o entardecer da terra...!


Neste dia em que começa o Outono, para alguns a mais bela estação do ano, aqui vos deixamos um poema de Fernando Pessoa e um escrito de um aluno, o José Pedro do 4º. Ano, que descrevem bem o Outono.
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No Entardecer da Terra
No entardecer da terra
O sopro do longo Outono
Amareleceu o chão.
Um vago vento erra,
Como um sonho mau num sono,
Na lívida solidão.

Soergue as folhas, e pousa
As folhas, e volve, e revolve,
E esvai-se inda outra vez.
Mas a folha não repousa,
O vento lívido volve
E expira na lividez.

Eu já não não sou quem era;
O que eu sonhei, morri-o;
E até do que hoje sou
Amanhã direi, quem dera
Volver a sê-lo!... Mais frio
O vento vago voltou.

Fernando Pessoa, in Cancioneiro

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O Outono

Eu gosto muito do Outono porque no Outono podemos apanhar folhas.

O Outono é uma das quatro estações do ano. Começa dia 22 de Setembro e acaba dia 21 de Dezembro.

No Outono faz-se muita coisa: Começam as vindimas, as aulas, faz-se o vinho e colhe-se o milho. As árvores ficam nuas as folhas começam a cair. Começa a chover e começam as trovoadas. Os castanheiros dão os seus primeiros ouriços. Ficam escuros e nascem as castanhas e fazem-se os magustos.

Nascem as amoras no silvado, os ursos preparam-se para dormirem um sono, voam os pássaros e andorinhas para terras mais quentes.

Os texugos e esquilos comem milho e bolotas, as abelhas metem-se nas suas colmeias. Há folhas amarelas e vermelhas por todo o lado. É o S. Martinho.

As pessoas começam a comprar e andar de roupa grossa e quente. As pessoas nos carros ligam o ar condicionado. Os dias ficam pequenos e as noites grandes.

José Pedro – 4º ano

 

1 comentário:

Albertina Granja disse...

Este poema de Fernando Pessoa foi uma boa escolha para dar as boas vindas ao Outono....!!!!

É na verdade uma bonita estação do ano, que tem para mim um encanto muito especial....!!!!