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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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terça-feira, 24 de abril de 2012

O 25 de Abril pelo Justo - parte II

Amigos Guedes e companheiros editores.
Aqui vai a minha modesta colaboração para o 25 Abril no Blog.
Claro que a publicação ou não ficará ao vosso critério.
Tudo de bom
Justo
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Amigos
Tentei juntar umas letras alusivas a mais um dia 25 de Abril, mas a tristeza e desilusão é tanta, que mesmo com esforço não consegui transpor ao papel o que me vai na alma.
Relembrando o que foi este dia há trinta e oito anos, e no que melhor ainda sei fazer, “escrevo” nesta imagem o que sinto hoje.
Esperança para todos, e se possível acreditem em melhores dias...
Justo
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Ó trevas, que enlutais a Natureza,
Longos ciprestes desta selva anosa,
Mochos de voz sinistra e lamentosa,
Que dissolveis dos fados a incerteza;
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Manes, surgidos da morada acesa
Onde de horror sem fim Plutão se goza,
Não aterreis esta alma dolorosa,
Que é mais triste que voz minha tristeza.
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Perdi o galardão da fé mais pura,
Esperanças frustrei do amor mais terno,
A posse de celeste formosura.
Volvei, pois, sombras vãs, ao fogo eterno;
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E, lamentando a minha desventura,
Movereis à piedade o mesmo Inferno.
Manuel Maria Barbosa du Bocage
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Foto - montagem com edição de imagens Google e frases adaptadas de canção de Zeca Afonso e poema de Vinicius de Moraes

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