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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Um conto de Natal... que ainda vem a tempo!

Hoje resolvi escrever um conto de natal

Era uma vez, há 2011 anos atrás, três reis resolveram seguir uma estrela Refulgente, montados em três majestosos camelos.
Chegados a Belém, pararam junto a um estábulo e espreitando lá para dentro, Belchior, Gaspar e Baltasar viram o menino (Jesus), com Maria sua mãe.

Prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra.
Belchior (o branco)  terá oferecido ouro,  Gaspar (o amarelo) terá oferecido incenso e Baltazar (o negro) terá oferecido mirra.

Sendo por divina advertência prevenidos em sonho a não voltarem à presença de Herodes,  regressaram por outros caminhos às suas terras.
Muito embora nada mais se refira sobre este assunto nas Escrituras, a história não acabou aqui.

Diz-se por aí, à boca fechada, que Gaspar se terá enganado no caminho e 2011 anos passados,  chegou a um país à beira-mar plantado.
Praticamente sem vintém, Gaspar tenta agora reaver a fortuna do passado.

Das toneladas de ouro de que terá ouvido falar, apenas resta uma pequena parte.
Incenso nem vê-lo, terá sido queimado a quando dos festejos da Liberdade.

Resta-lhe mirra, MUITA MIRRA.
Mirra a saúde, mirra a educação, mirram os empregos, mirram os ordenados, mirram as pensões de reforma, mirra a justiça, mirra a segurança de pessoas e bens, mirram os direitos e a liberdade.

Em suma, mirra este povo que heroicamente para uns, pateticamente para outros, tem o FADO por destino
Carlos Fernandes (enviado por Joaquim Caldeira)

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