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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Até que a voz me doa... pelo Hipólito.


O telefone não me dá descanso . . .
De cinco em cinco minutos, lá está, um de vós, a felicitar e incentivar os meus dotes musicais.
Até de França! . . .
E todos, em comum, exigem, em ultimato, a letra das cantigas que o Mestre se propõs, em segredo, ensaiar para o nosso almoço convívio, que, como já avisei, até nem sei se deva.
Ameaçava-me, o Mestre:
- Anda lá, mê lindo, nã sê como vás descalçar a bota lá do CD, ou lá qui éi, e que andas prometendo! .- Mas qual CD, Costinha?
-  Costinha?! . . . Ai . . .Ai! . . .,  não posso com esses gajos lá do norte,  ainda vás sentir o peso da vesgasta de guiar a menina! . . .  ai, vás, vás  . . .
 O desse realejo que andas  eiventando que sabes tocari  . . ., nã te faças de alonso . . .
- Qual cavaquinho?! . . .  tu é que sabias tocar a sanfona lá em Tite, com o macaco ao ombro e uma latinha com uma racha pr’ás moedas, que bem vi numa foto do blog.
- Nã era sanfona, ouviste? Era concertina,  e ainda hoje lhe dou um jêto. E nã éi uma “porquêra marinconsa”, como esse tal do teu cavaquinho.
 E, quêras tu, no almoço, ficamos à porta, um de cada lado,  a caixinha, a meias. Assim o Contige nos peça e  não nos cobre a dolorosa do almoço.
Mas temos que treinar, nã achas? . . . E, calhando, não tarda, vamos à do Contige para ensaiar as do Zé Cabra.
Assim é que, como nos serões da província, todas as noites, via web cam, género video conferência, pedalamos, forte e feio, para, em Maio, estar tudo afinadinho.
Ele, o  Mestre, lá em baixo, sanfona e canta:
“A ti Maria Joaquina lá do monte da Côrxa
Tem as unhas gastas de tanto se coçar...(?!*)
A ti Maria Joaquina lá do monte Fialho
Tem calo na mão de tanto se esfregar... (?!*).
Cá em cima, canta, a minha mulhar,  cavaqueio, eu, e assobio, já que, para cantar, tenho  voz só para escrever à máquina:
“Olha a chibinha, mé, mé, mée
Olha a chibinha que não sabe de quem é”.
A coisa está a compor-se e quase safo com essa do CD
     * Nã vi este vocábulo na nova ortografia, apesar de consultar o acordo.
      * E este também não.
Hipólito

1 comentário:

vitor barros disse...

olha amigo mestre aconselho-te a não fazeres dupla com esse morcoon porque ele é um zé nabo não dá uma para a caixa pode até saber tocar alguma coisa mas de certeza que não é cavaquinho a única coisa que sabe fazer é ficar atrás da geringonça a criticar o pessoal das tms