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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Oremos, diz o Hipólito

Calaceirotes:

Para que não digam, como da outra vez, aí vai um comentário ao texto do Pica, não muito ortodoxo, mas foi o que se me ofereceu, de momento.
Esqueceste do boneco à benfica que o Costinha tanto pediu.

Não sei fazer desses bonecos, o que é uma pena. A habilidade foi toda para sul e a pouca que aqui havia foi na enxurrada e só parou nas linhas de Torres.
Um xi coração e desculpem a discordância.

Hip.
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Intuí, numa precipitada abordagem, deste belo texto, confesso, como que o produto final duma digestão difícil, via alguma rabanada estragada, ou de uma noite mal dormida, comum aos sexagenários num pós ceia mais avantajada.

Mas não. Deprimente e aviltante, a todos os títulos, o que presenciou e nos relata,  reavivando realidades de violência gratuita para com a dignidade dum nosso fragilizado semelhante.
Fez-me lembrar o meu professor da primária.

Era de “caixão à cova”, o exercício da vara de autoridade, quiçá, numa, mal disfarçada, demonstração de recalcamentos e frustrações próprios . . .
E, mesmo noutras faixas etárias, continuámos (pelo menos, na parte que me toca) vítimas de aviltamento, a lembrar justiças, ainda actuais, noutras paragens.

Ou até das, ainda mais cruéis e bárbaras, de outros países, ditos expoentes de civilização democrática e donos do mundo. 
Mesmo com muitos constrangimentos educacionais, cá estamos finos e ladinos, como coriscos.

Infelizmente, não soubemos, ou não pudemos, transmitir às gerações que nos procedem (só não nos fazem nas buracas dos olhos, se não puderem), alguns dos valores que recebemos e cultivámos, v. g. a solidariedade e humanização das relações inter pares.
Na ânsia de dar o que nos escasseou, esquecemos de incutir e exigir sentido de reciprocidade e responsabilidade inter geracionais, disso se ressentindo o núcleo da sociedade - a família.

Enfim . . ., lá, como cá, transversal a todos os tempos,  povos e sistemas políticos.
Assumamos, limpemo-nos ao guardanapo e, para castigo, oremos . . .

Hipólito

1 comentário:

Albertina Granja disse...

Passei por aqui e deparei-me com um novo postal de boas festas...., por sinal mais bonito do que o anterior.....
Este "new look" dá outro colorido ao blog... Parabéns.
Aproveito para desejar, a todos, um bom ano de 2012, com muita saúde...