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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

As trocas das intimidades, do Hipólito...

Uma embirração, talqualmente!
Não consigo, como outros, “bitaitar”, diretamente, no blog.
Insondável desígnio da dita dura dos co editores do sul, esses queridos, um dos quais, ora, “Furniano”, na busca de nelinhas e outras inhas do antanho, até no “Glorioso” repastado, como represália à indigitação, também como co, salvo seja!, do nortenho Costa, para escrever ainda menos que eu ?!!! . . .

Numa, das deambulações apostólicas, fui topar com o Barros, que me aguardava à entrada da Marinha Grande, concentradíssimo, na “psico” e a tentar convencer uma ucraniana, por sinal linda como o sol, das que à berma da estrada, numa cadeira, aguardam papalvos, como “cavalgar em toda a cela”.
Inconsolável e carinha de larocas ficou, quando deu de caras com a esposa que, logo, ironizou:
- Tomara, o figurão, pr’áqui armado em don juan, ter óleo para a almotolia lá de casa (sic)  !!! . . .
C’um “stapôr” ! . . ., por esta não esperaria . . .

Noutra, no último fim de semana e aproveitando o congresso do bombeiral, fui à demanda, com a prestimosa colaboração do Ferreira, dos morteiros e conterrâneo, do Oliveiros Pinto, com quem, em Tite, me relacionava.
Era ele, se bem se lembram, mecânico de armamento, baixote e entroncado, mas teso e bravo, q.b.
Recordo-o, ainda hoje, nos ataques ao aquartelamento, ao invés dos que se metiam debaixo da cama, nos abrigos a choramingar, ou nos postos, mas, na horizontal.
Com o morteiro 60 nas mãos, apoiado no joelho e num gingarelho que o próprio engendrara, junto ao arame farpado e a peito descoberto, aviava o IN com as “ameixas” da ordem, muitas das vezes até em tiro directo e certeiro.
Num desses ataques, em que o IN ousou aproximar-se mais, foi atingido, embora sem gravidade, por estilhaços da metralha daquele.
Para que conste e me não vilipendiem com o pecado da gula, “triguei-me” de, tanto na casa de um, como na do outro, me aboletar e dar, demasiado, à cremalheira.

Quem era o sarg. Gaitas ?!  . . .
Ora essa, Guedes! . . .
Deixa-te de “kuskices” e não te preocupes.
Manda, cá pr’ó rapaz, os bolinhos que mereceu e encarrego-me, pessoalmente, de os agasalhar e fazer chegar a bom porto . . .

E, com estas me vou.
Até porque, esta semana, tenho em casa  “dois terroristas” que me põem a moleirinha em sal e a casa como a dos “afeganisteus”.
Tudo “masturado”, uma autêntica bagunça e fé em Deus.
A ponto de, com a desorientação generalizada e a pressa, ter enfiado as cuecas da consorte e ‘sconfio que também a camisola interior por, ao dobrar a espinhela, me ir parar ao meio das “adoelas” ...
Aih mãenh! . . .
Hipólito

1 comentário:

leandro guedes disse...

A este propósito é bom lembrar o amigo Hipólito, que:...
"Duas senhoras idosas estavam tomando o café da manhã num restaurante.
Ethel notou alguma coisa engraçada na orelha de Mabel e disse:
- Mabel, você sabe que está com um supositório na sua orelha esquerda???
Mabel respondeu:
- Eu tenho um supositório na minha orelha??
Ela o puxou, olhou para ele e então disse:
- Ethel, estou feliz que você tenha visto... Agora eu acho que sei onde encontrar meu aparelho auditivo..."