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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Man´ Hipó, vá mazé dá banhe ó cã...


Ai, mãe ! . . .
Convidativo  à “sostrice”, este ambiente algarvio.  Até custa distender os dedos para teclar ! . . .
Providencial, esta chuvinha, aqui, na paradisíaca (para mim, “fajuta”, para vós outros,  ainda bem) Fuzeta, para reanimar as meninges.
E, ao nó, para uma purificação ambiental, já que, sem os conhecimentos adquiridos na Guiné, como caminhar incólume por entre minas e armadilhas, sentiria alguma dificuldade em desviar-me, a cada metro,  dos “engulhos,” na via pública, depositados pela, mais que muita, bicharada.
E, também, por outras alimárias, os ditos, pelos daqui, “regalistas”, como eu.

As “melas” (abreviatura de “meladas”, creio), como são conhecidas as mulheres de cá nadas e criadas, epíteto com que se abespinham, lá se vão insurgindo, guerreando, mas, vai no batalha, sem êxito, por não serem exemplo.

Para compor o ramalhete e diluir o alegado  (plaquita, de latão ou níquel, de aniversário) sofisma da sua deslocação ao reino dos algarves, por reivindicta e rebate de consciência, mal chegado a penates, após me ter esfolado (esposa, filha, netas e cão, de uma assentada, com o acrescento do Mestre, tomem nota!) e levado o meu parco orçamento (a tal bula e outras minudências) quase à bancarrota, despachou-me, já “repeso”, via express-mail, um canito (aliás, muito macho, ladra, não mia !?, talqualmente o alfa pendular pr’ó Tua !), talvez comprado, em saldo numa qualquer feira da ladra lá pr’ós Corroios, aos chineses ou ciganos, por muito pulgoso, e que irá, por certo, contribuir para maior poluição excremental e me obrigar a andar de luva e saquinho atrás das costas, para disfarçar.
Só me saem duques ou malacuéques.
Fiquei, palavra, com’ó chapéu d’um pobre . . .  Um azar, nunca vem só! . . .

-Eh, môce, ‘stás esgazeando em ponto morto ou almareaste ?!  . . . Vai, lá, fazer “cosquinhas” ao “Bimbo da Costa”, dirão os habituais detratores.

Macacos me mordam, se torno a abrir o bico . . .

Mane Hipó, vá mazé dá banhe ó cã...

1 comentário:

leandro guedes disse...

Olá Hipólito.
Então como estão a correr as férias pela Fuzeta?
Já foste comer o Xarém com conquilhas, ou só comes tripas à nossa moda?
Abraços companheiro e continuação de boas férias.