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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

A mutilação genital feminina na Guiné-Bissau

Pela mão do Pica Sinos, chegou-nos este artigo acerca do assunto em questão:

Guiné-Bissau: Parlamento aprova legislação que proíbe mutilação genital feminina

O parlamento da Guiné-Bissau aprovou segunda-feira a legislação que proíbe a mutilação genital feminina no país, disse esta quarta-feira Fatumata Baldé, presidente do Comité Nacional para o Abandono de Práticas Tradicionais Nefastas à Saúde da Mulher e da Criança.

A legislação foi aprovada com 64 votos a favor, três abstenções e um contra. Segundo Fatumata Baldé, "foram décadas de luta" que se "concretizou com a adopção daquela medida legislativa", mas o trabalho "começa agora".

"O trabalho para nós começou mesmo agora porque tendo em conta que é uma prática secular não podemos pensar que a adopção de uma lei automaticamente irá pôr fim a essa prática", afirmou.

Para Fatumata Baldé, a partir de agora é preciso "arregaçar mais as mangas e ir ao terreno" para se começar "novamente com as acções de sensibilização e informação" das comunidades.

"É importante nós continuarmos com as nossas sessões de formação e informação das nossas comunidades para se abandonar a prática", disse.

Fatumata Balde disse também que vai continuar a trabalhar no sentido de o Governo incluir no currículo escolar informação para o abandono de práticas tradicionais nefastas e envolver as religiões islâmica, católica e evangélica no combate contra a mutilação genital feminina.

A lei aprovada pelo parlamento guineense prevê penas de prisão que variam entre um e cinco anos para as pessoas que façam mutilação genital feminina e para as que levam as crianças à 'fanateca'.

Correio da Manhã, 9 de Junho de 2011, 01h25

1 comentário:

leandro guedes disse...

Esperemos que com esta medida governamental, se acabe com o sofrimento de tantas gerações de meninas e mães.