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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Hipólito, o "salotra"...

Ele, há, sempre, um filho d’algo que nos avacalha o sistema.


Acusa-me, aquele “lingrinhas”, do costume, passe a blasfémia, de me “baldar” ao blog, não dando à “pena” . . ., como na adolescência e, ora, gostaria, ainda, . . ., ele, como eu . . .

Uma “infelismência”, a olho nu, logo detectada pelo urologista, que consultei e que, imaginem, me receitou muito namoro e amor ! . . .

Agora ?! . . . olhem-me este pastorinho da Cova da Moura, vá diagnosticar lá pr’ós quintos do . . . etc. !!

É que, desmotiva um “home”, o passar, decididamente, ao lado de uma brilhante carreira.

E, por via disso, ficar fosquinhas e resiliente, pior (não prior) que os compadres . . .

Aferi, essa evidência, da compacta assistência ao acto religioso em Macedo.

Um ou outro guerreiro, ali, confessadamente, em primeiras núpcias, e muitos, presumidamente, em segundas ou terceiras, se tanto, atentando nos trejeitos, à “alonso pasmado”, que transpareciam das suas ascéticas posturas.

Ao invés, em Tite, esfalfava-me para ter meia dúzia, mal medida, de gatos pingados, na capelinha e, sobretudo, na limpeza das teias de aranha da imagem protectora dos abstrôncios das transmissões.

Admito, não me caem os parentes na lama.

Já sem arcaboiço para arcar com tamanha responsabilidade (de ajudar a guiar-vos no bom caminho) !

A ponto de, às tantas, ingloria, mas justamente, destronado da auréola sacristal, ter dado, comigo, a resmungar, em voz alta, sintoma de mouco, que estou, e inapropriadamente ao acto litúrgico, o que, até, valeu um concomitante “puxão de orelhas”, do insípido, incolor e inodoro presbítero, ao Contige, que, a meu lado, pagou as favas.

Vamos lá ver se me safo, ao menos, na poesia.

Castrado de fusível para a prosa, permitam, vos veicule, aqui, a veia poética assolarpada, que desconheceis, mas que, desde o berço, se me colou, emergiu, ora, à tona, felizmente, digo eu, e, com vossa permissão, vos passo a mimosear:

À Branca noiva do mar, a linda Fuseta,
Alfobre de pescadores, cães e santos . . .
Outrora da tia anica, a da saia preta
Hoje, com trampa por todos os cantos . . .

Não vos dizia ?!! . . .

Lindo !. . . Um monumento ! . . ., autêntica obra-prima, um best-seller, hão-de convir, e não é para me gabar . . ., façam favor de reparar na sonoridade métrica e na suave sensibilidade bucólica; até Fuseta rima com preta e santos com cantos ! . . .

Para vossa informação, em 5 concorrentes, ficou, esta maravilha, em 4º lugar, “ex-aequo”, e com o pseudo “salotra”, lido ao contrário, com’ó hebreu.

Hipólito

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