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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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domingo, 12 de junho de 2011

Faleceu D. Cecilia Supico Pinto

foto foi tirada na Parada em Tite, perto do abrigo do Morteiro.

Nesta foto o Gentil é cumprimentado pela Senhora, numa das suas passagens por Tite.
Todos se recordam com certeza, da satisfação geral que era o facto de sermos visitados pela equipa do MNF. Foram momentos de conforto que não esquecemos.

Faleceu no dia 25 de Maio de 2011 a
Senhora Dona
Cecília Supico Pinto
(fazia 90 anos de idade, no dia 30Mai2011)
Esta noticia chegou-nos pela mão do nosso amigo José Parente:

Cecília Maria de Castro Pereira de Carvalho Supico Pinto (Lisboa, 30 de Maio de 1921 — 25 de Maio de 2011), conhecida popularmente como Cilinha, foi a criadora e presidente do Movimento Nacional Feminino, uma organização de mulheres que durante a guerra do Ultramar prestou apoio moral e material aos militares portugueses. Nesse cargo atingiu grande popularidade e uma considerável influência política junto de Oliveira Salazar e das elites do Estado Novo. Visitou as tropas em África e promoveu múltiplas iniciativas mediáticas para angariação de fundos.

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O Movimento Nacional Feminino (MNF)

O Movimento Nacional Feminino foi fundado no dia 28 de Abril de 1961. Foi uma iniciativa de Cecília Maria de Castro Pereira de Carvalho Supico Pinto, organização apolítica e patriótica, destinada a unir as mulheres portuguesas no apoio aos militares em serviço no Ultramar.

Cecília Supico Pinto conhecida por Cilinha, foi escolhida para presidir ao Movimento. A primeira sede do Movimento a que aderiram mães, esposas, irmãs e madrinhas de guerra, nasceu num pequeno quarto no Largo Luís de Camões, em Lisboa. Do grupo inicial fizeram parte, entre outras, Maria Luísa Bobone, Teresa Mónica, Maria da Glória Barros e Castro, Madalena Câmara Fialho. Maria Antónia Torres Pereira e a enfermeira Deolinda Santos. O número de mulheres aderentes foi crescendo chegando a mais de 80 000.

O apoio moral e material aos nossos militares foi-se traduzindo em múltiplas coisas, das quais há a destacar os famosos aerogramas, isentos de franquia, um disco long-play, distribuído no Natal de 1971, reunindo interpretações de vários artistas nacionais e as visitas às frentes de combate da Cilinha e de muitas outras dirigentes do MNF. Vestida de camuflado, dormiu em tendas de campanha, esteve debaixo de fogo e embrenhou-se na mata com os militares, chegando a sofrer um acidente que a obrigou a andar de muletas com um pé engessado. Nada a deteve na sua campanha. O seu lema era "Por Deus e pela Pátria".

Ruy Miguel

1 comentário:

leandro guedes disse...

Companheiros
Surgiu agora a duvida de que a senhora presente nesta foto possa ser a esposa do antigo comandante Relvas de Lima e não como está indicado.
Estamos à espera de confirmação, mas entretanto fica como está até ao esclarecimento total.
Abraços.