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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Vêm-me aporrinhando os viperinos do costume...

Vêm-me aporrinhando os viperinos do costume . . .
E não há duas, sem três . . .

Há um mês, o “capo”  dos “dótôres da mula russa” e “calões”, à última potência, (a primeira expressão, da autoria do mesmo capitão, a segunda, conclusão, minha),  azucrinou-me a moleirinha, até dizer, chega  . . . “bombeirito de meia tijela”, “protegido do blog”,  “inveterado saltimbanco por tudo que é sítio comestível”, etc., etc.
Há uma semana, “o maestro” dos ditos cujos, só faltou escrever que o, no wc, surgido, eram “ideias de merda” (desculparão, se não vai escrita conforme o novo acordo ortográfico).
Ontem, ao tentar convencer o Mestre, de que estava, eu, a providenciar, no sentido de obter, para o pessoal das transmissões, uma bêncão papal que os redimisse e encaminhasse, de novo, para o bem, tipo “arrocho”, pespega-me ele:
- Pede, mas é para ti, que bem precisas, meu arrota-pescadas . . .
Tentei, ingloriamente, convencê-lo de que, límpido, puro, sincero e sem mácula, como, à evidência, sempre fui e sou, não precisaria dessa benesse.
 -Tu ?! . . . Nã vareies !  . . . Nã sabes, tampouco, quando nascesti !!!  . . .

Cheirou-me, logo, a sacarrolhice do “maestro da charanga”, junto do seu dileto assessor, para obter informação, não conseguida de motu proprio, quiçá, para insondáveis desígnios.
É desconsideração e afronta, de sobra, para um homem só . . .
Vilipendiado, apodado de queixinhas, doravante, escreverei só melengas, tipo todo do nosso senhor, e estou safo.

Ademais . . .
Na agro, como na higiene,  não leram, está na cara, a cartilha de higiene militar, documento altamente instrutivo e que, em tempos, apareceu no blog, não dão uma pr’á caixa . . .

Pois, meus meninos, fiquem sabendo . . .
Serve, aqui, a tesoura, para aparar o grelo (da batata), evitando, no rego (qual carreiro, qual cabaça ?!), uma exagerada florestação, como, ora, é moda, higiénica, segundo alguns,  e, onde (rego) se “sameiam”, ou “repousam”, consoante as individuais potencialidades, pois claro, as batatas.
Confesso ignorar (não se pode ser bom a tudo),  se, no nabal (cultura mais arreigada em Gondomar), outrora frondoso e viçoso, vem sendo aplicado o mesmo processo.

Essa, a das abluções matinais em zonas íntimas, via repuxo ou similar, após evacuação, como vi, acrescido (mas extra preço de cartaz) de massagem com leitinho de colónia, no tal poiso, que reservei, já, no século passado, entraram, neste reino, em completo desuso, simplesmente, por susceptíveis de potenciar, no of  . . ., tumefacções, género calo no “c . . . com’ó macaco”, como mais para sul, de águas muito ferruginosas, ainda, hoje, como confessado, poderá muito bem acontecer ao mais pintado dos daí e periferias.

Presumivelmente, desse uso e abuso, advirá a fama e proveito, como consta e é consensual, de que, os do sul, não levantam o rabo, por nadinha deste mundo . . .

Hipólito
(aspirante a quê ?!!!)

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