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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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sábado, 19 de fevereiro de 2011

OS ESCLARECIMENTOS QUE FALTAVAM POR OCASIÃO DA VIAGEM A MACEDO DE CAVALEIROS E AINDA A PROPÓSITO DA SEMENTEIRA DAS BATATAS NO QUINTAL DO HIPÓLITO

Não sei se vos passou o mesmo pela cabeça …
No meu caso, se não conhecesse a capacidade de organização do pessoal das transmissões, era motivo para enquadrar, face às confusões do Hipólito, levar a tenda de campismo para Macedo de Cavaleiros, mas fiquem descansados que tal não é necessário!


Diz o Hipólito para enquadrar o resumo da sua viagem a Macedo de Cavaleiros, ou melhor, escreve o nosso aspirante de eclesiástico jubilado, embora de forma encapotada, que as ideias só lhe surgem quando em função na sanita, ficando irritado e “co’a” a mosca quando não encontra o “acessório higiénico” após funções e prós “ finalmentes”. Mais fulo ainda porque a sua viagem a Macedo de Cavaleiros lhe foi “ordenada” por um “criptólogo” e benfiquista, nascido na freguesia e simpatizante do clube lampião, porque lhe estragou, embora não o denunciasse, a “plantação” das batatas no seu quintal marcada para o mesmo dia.

Pois é. Já tinha notado! Ah minha pessoa também é pela manhã que vêm as ideias à cabeça, mas sinceramente só depois de todas as funções pró fisiológicas e com acabamentos higiénicos tipo século XXI. “Cá na casa” há anos que só se usa o jornal para leitura. Ao contrário do Hipólito, sinto-me aliviado e contente por ter “nascido”.



Adiante! Colocando tudo isto de parte, o nosso amigo Hipólito, a custo, (olha as batatas) lá partiu de Baltar para Macedo de Cavaleiros, ao encontro de mais um “Dr. das Transmissões”, (“Dr.” cognome escolhido e praticado em Tite por um conhecido capitão), levando no pensamento aquela “boa” disposição por ir ao descubro de mais um “pilha-galinhas” das transmissões, o Alberto Camelo, ex-1º Cabo de Transmissões e, da 1ª liga do ti-ri-ti-ti na Guiné, no período de 67/69. E como resultado desse encontro declara:
Fiquei com a certeza de que está em boas mãos a organização do dito cujo (Assembleia Geral do Bart 1914 em 14 de Maio), tal o entusiasmo e empenho, dele, da esposa, filho e nora, demonstrados…


Mas a confusão foi estabelecida, quando o meu pedido de ser encontrado um local, acessível à minha bolsa, com vistas a pernoitar no dia anterior ao evento. Que, ao parece tal não visitou, mas sim terá lido um prospecto de propaganda do Convento de Balsamão, anunciando que o preço das pernoitas eram bastante acessíveis, dado dispor de aquecimento central os 37 quartos. Provido de sala de convívio e TV, bar e restaurante. Acrescentando, que para tal, ou então não percebi, tinha que ser contactado um polaco de nome Casimiro WiszynsKi, sendo também condição para os hospedes aqui albergados, rezar o tercinho, antes da deita, caso contrário não eram aceites! Será (?).

Também não percebi porque o nosso amigo Guedes, troca o nome de Balsamão por Balsemão. Será que este último também tem um convento com condições dormitarias lá nas redondezas apresentando-se mais barato? Façam o favor de esclarecer tá bem?

Por último dizer ao nosso “baltarnenseque pessoalmente estou na disposição de pagar o preço que pagou pelo tempo gasto a quem disse para “plantar” as batatas no seu quintal.

Sei das queixinhas que fez ao Mestre sobre a minha pessoa.

Sei que este nosso amigo alentejano, também das transmissões, lhe disse que, ele, Hipólito, não é homem a quem se dê a incumbência, com esta idade, semear (não plantar) as batatas. Explicando ao “baltarnense” que é necessário lavrar a terra para que ela fique mole e fazer, nela, carreiros. Só depois, nos carreiros, são colocadas e afastadas umas das outras, as batatas de semente junto com o adubo e, por fim os carreiros com as batatas tapados.

E ainda ao queixinhas disse o Mestre:

Oh Hipólito, tu não podes! Olha as tuas costas!
Isso é uma canseira para ti que nunca foste habituado a trabalhar.
Não é só isto Hipólito!
Olha as tuas costas e não só!
Sabes que mais tarde, logo que a batateira venha à luz do sol, é necessário sachar, tirar as ervas daninhas, manter a terra húmida e se necessário sulfatar.

O Pica foi teu amigo na oportunidade que te deu de te “pirares” para Macedo de Cavaleiros ao encontro do Camelo. Não tenhas pena amigo, se quiseres semear batatas, podes vir ao Monte Fialho que tens tudo o que é necessário para colmatar a insatisfação. Ah, ainda outra coisa, a tesoura não tem aplicação nas sementeiras das batatas.

Pica Sinos  

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