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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Um conto, pelo Marinho

Num daqueles dias muito quentes, um chinês gordo muito gordo, e não menos rico, não parava de transpirar; por isso decidiu chamar um dos seus criados para o refrescar com um enorme leque que jazia na
varanda aos pés duma cadeira de descanso.

O empregado obedeceu e o homem, que nadava em banhas e em dinheiro, recostou-se na cadeira de baloiço e deixou os pensamentos voar para bem longe. Não muito depois, o senhor verificou, com grande
espanto, que toda a sua transpiração desaparecera; por isso apressou-se a perguntar:

- Onde está o meu suor?

O criado, enxugando as grossas gotas que lhe escorriam pela testa, respondeu muito calmo:

- Senhor, o seu suor está todo comigo!

Carlos Marinho

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