Votos de Próspero ANO NOVO para todos os nossos companheiros, amigos, familiares e visitantes.
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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Mortos da Guerra Colonial, no Entroncamento.
RECONHECIMENTO
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Texto para o Natal
Não vos ficaria mal, crentes arremelados e de última geração, dedicar uns minutinhos a um assunto que, em pequeninos ladinos, como recebiam as prendinhas, acreditavam piamente.
Agora, como é para dar, está quieta Rosa, o avozinho já não acredita . . nem tem a vida a jeito.
Da parte que me toca, estou, como posso provar com um cartão que me deram, isento, já que nunca, mas nunca, e até agora, me deram ou dão prendinhas ou outros aconchegos estomacais.
Era, de facto, boa ideia, essa de passar a pasta ao capelão. Só que o homem, como je, não pesca nada destas tecnologias e o sacristão, de tão fraquinho e também ignaro nessa matéria, não o deve substiuir,
conforme rege o código canónico.
Um abraço
Hip.
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Espero que tu esperes, que eu espero pelas cartas de ambos. Seja informática, seja à mão, seja de muletas...
Fico à espera, mesmo...
LG
1 comentário:
Não tenho sortinha nenhuma . . .
Esta não era para ser escarrapachada no blog ! . . .
Teve um destinatário, ora mui ocupado em preparar a próxima fase andropausica (vulgo, ponto-morto).
De muletas, salvo seja . . .
Prefiro renunciar à herança dos dotes que o Costa, por graça e favor, me atribuiu na sua, muito bem, aqui sem favor, conseguida narrativa de viagem.
Talvez conseguisse livrar-me de ter este sarna do Guedes sempre à perna.
Até prescindo da caldeirada, vejam lá ! . . .
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