.


“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

-

"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

-

“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

-

Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


.

.
.

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

Facebook

Para abrires o nosso FACEBOOK, clica aqui


______________________________________________________________

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Poema épico - só do Hipólito...

Meus amigos
Há semanas atrás publicamos uma interessante história do SCP que nos foi enviada pelo nosso querido amigo de Peniche, Francisco G.Vieira, um sportinguista dos quatro costados.
Como nem só de tropa vive o homem, publicamos a seguir um igualmente interessante poema épico, que nos foi enviado desta vez, pelo Hipólito a quem agradecemos.
Ficamos à espera das respectivas caneladas...
LG.

CANTO PRIMEIRO

I
A fama dos Dragões assinalados
Que desta Mui Nobre, Invicta e Leal,
Em estádios nunca antes disputados
Jogaram p'ra ganhar cada final,
E em torneios e jogos esforçados
Mais do que era sonhado em Portugal,
Entre gente remota conquistaram
Nova glória, que tanto sublimaram;

II
E também as memórias gloriosas
De oitenta e sete, aí principiando
Nova Era, e as terras viciosas
Que de Espanha ao Japão foram domando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Imprensa libertando,
Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

III
Cessem da pantera e mais felinos
As deambulações grandes que fizeram;
Cale-se dos tais cinco violinos
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre dos meninos
A quem Manchester e Real obedeceram!
Cesse tudo o que Record e Bola cantam,
Que outros valores mais alto se alevantam!

1 comentário:

Hipólito disse...

Lindíssimo poema épico! . . .
Não te amofines, Guedes.
Também já são mais as que levo, do que as que dou (caneladas, óbvio).
Hip.