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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Hipólito Sousa, o Senhor Comandante dos Bombeiros de Baltar



Ei-lo, garboso, a comandar um desfile
Estava eu a largar-me, forte e feio, consequência de uma  indigesta e empantorrante feijoada à transmontana e da idade, mas sempre com facies de menino de coro, todo do nosso senhor, como convém ao estatuto,  quando:
- T-rrim  . . . ti-ti-ti-ri-ti-ti. Era o telefone e, do doutro lado, o Pica, que, com voz embargada, implorava:
- Não batas mais nos ceguinhos (cobrem-se, os dois “calões”,  com manta do mesmo pano, como, sábia e avisadamente, previu, ainda em Tite, o n/preclaro cap. PP; premonição que, como é público e notório, bateu certinha como um relógio suíço, ou, cá, como um motor Rabor; bufam, bufam, mas anacam logo).
Escreve, vá lá, qualquer coisinha sobre o percurso bombeiristico do imprevisível  “corrécio”, como aparentas ser, a ver se temos ponta para te “quilhar” e onde se pegue . . .
Acicatado pela “kuskice” do impetrante e, sobretudo, para evitar que o dito se meta em assados e leve alguma sarrafada, mangueirada ou agulhetada, em sítio incómodo, e indispensável para se alapar, ao atrever-se pisar chão sagrado, condescendi na empreitada.
Não sem que, reticente, previamente, expresse a congénita falta de jeito para bajulações laudatórias, especialmente em causa própria.
Esta foi da  limpa   ! . . .  estão a topar, ou adormeceram, já ?!
Deus me perdoe. Não marques, com urgência, uma consulta no Magalhães Lemos, ou no Júlio de Matos, se em Lisboa, não,  e vais ter um lindo enterro !  . . .
Apesar de, consensual e generalizada, a admiração manifestada pelos portugueses à função de bombeiro, mormente na vertente voluntária e gratuita, enquanto genuína emanação da sociedade civil, nunca senti algo de  transcendente naquela (função), uma vez que, bombeiro voluntário, o pode ser qualquer indivíduo que se preocupe com o próximo, sem desejar, para si, qualquer recompensa ou mordomia.
A  perorar . . .
To be (or no to be, consoante a panca do momento), continued, ora sobre a currícula do lindinho abaixo plasmado (act II, em maturação).
Oh p´ra mim...
Hipólito

1 comentário:

José Justo disse...

Grande Hipólito
Cókientão eras dos Comandos!!
Estásmesmo solene rapaz, e olha que gostei de te ver nestas nobres funções.
Admiro e estimo os bombeiros, principalmente os voluntários.
Até já me fiz sócio dos Voluntários de Carnaxide, que até ficam nas traseiras de minha casa.
Amigo, as fotos estão pequeninas, se tiveres hipótese e sem pressas manda-me por e-mail OK
Parabéns pela tua acção a bem de outros e um abração
Fica bem ó Soldado da Paz.