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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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domingo, 22 de agosto de 2010

Capelão Padre Luis Silva


Companheiros
Conforme nos informou há tempos o Hipólito, o nosso Capelão Padre Luis Silva, celebra hoje dia 22 de Agosto o 50º. aniversário do seu sacerdócio.
Neste dia tão especial, para ele vai o nosso abraço e que continue por muitos e bons anos na sua senda evangélica.

É certo que durante este tempo, e em breves dois anos, não conseguiu fazer nada dum bando de maltrapilhos que com ele foram para a Guiné. Mas a culpa não foi sua...
Além disso nem sempre saboreou o excelente vinho que da Metrópole lhe enviavam para as suas Celebrações, entretanto trocado, por pessoa da sua confiança,  por zurrapa feita a martelo na tabanca, mas aí também a culpa não foi sua...
Mas no essencial cumpriu como lhe era pedido, com a sua missão evangelizadora, junto da tropa e das populações, continuando o trabalho dos Missionários que ao longo dos séculos trabalharam naquelas paragens.

Para o nosso Capelão Padre Luis um grande e fraterno abraço nesta data tão significativa para si.
E que tenha muita saúde.
Parabens.

Quem lhe quiser telefonar, pode faze-lo para o nº. indicado junto à sua foto. 
LG

sábado, 21 de agosto de 2010

As peregrinações do Hipólito...

Posso considerar-me um “mijão” de sorte.
Vocábulo (mijão), está bom de ver, impropriamente usado em sentido figurado, que não no sentido mictório, como parece decorrer da etimologia do mesmo e defende um ou outro “mijinhas” cá da nossa praça bloguística.
Peregrinava, um destes dias, no eixo norte-sul, a caminho da mauritânea, quando fui desembocar numa, para mim desconhecida rotunda, que indicava, entre outros destinos, Lourel.
Apeado, para tomar rumo e confirmar o azimute, sou interpelado por uma cara conhecida que, logo, fez questão, contra minha vontade, claro, de me encaminhar para a sua bem tratada e aprazível tabanca, sita na serra de Sintra.
Nem mais, nem menos, o Carlos Leite (Reguila) que, surpreso por me encontrar por aquelas bandas, tratou, juntamente com a esposa, de nos [cá ao rapaz, minha esposa e neto] obsequiar com um aprimorado, principesco e lauto almoço, até parecendo que estaria já à espera da visita, de tão hospitaleira e fidalga recepção.
Ao convívio, juntaram-se ainda o Correia (das transmissões) e sua esposa, seus vizinhos próximos, tendo paleado um bom par de horas, também sobre Tite e a Guiné, em geral.
Há sempre, porém, um mas . . .
Ao café e respectivo digestivo, sou confrontado com a seguinte afirmação do Carlos, logo corroborada pelo Correia e que até me causou diarreia por largos dias:
- Oh pá, já tenho conversado, não só com o Correia, mas também com outros nossos comparsas e é voz corrente de que tu, Hipólito, em Tite, ou eras da Pide, ou tinhas apanhado grande porrada e foste lá cair, por castigo.
Que belo digestivo! Ninguém está livre de uma penhora. Como ser padre numa freguesia destas!
Que tinha cara de morcão, aspecto esfíngico de ovo escalfado do tempo da “uva mijona”, isso já sabia. Mas um curriculum tão brilhante, não.
Valha-me, ao menos, que será tudo
A bem da nação
Hipólito
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Passadeira dos Famosos

Meus amigos
Apesar de aparentemente não haver mais fotos para publicar, estão enganados.
É que durante algum tempo estou fora do meu habitat natural e por isso não tenho acesso às fotos no computador.
Assim sendo quando regressar, continuaremos a publicar e a tentar identificar todos aqueles que ainda faltam.
Abraços, boas férias e saúde.
LG.

19 de Julho de 1967 - o primeiro ataque do IN

Este “pinchavelho”, que me enfiaram para, deslocado, aceder à internet, põe-me à beira de um ataque de caspa, dando-me ganas de o atirar pela sanita abaixo.
Liga, umas vezes, outras não, e desliga, amiúde, com o trabalho a meio, lembrando-me aquela vez, quando bombeiro militante, de, ao toque a feios da sirene do quartel, ter de interromper, no melhor da refrega, uma função conjugal que, por sinal, estava mesmo nas horinhas do senhor.
Ossos do ofício, impecilhos, porém, de um maior rendimento artístico cá pr’ó blog, já que, quanto a refregas, propriamente ditas, estamos conversados.
Àquele, menor rendimento, por prescrição médica, perante os sintomas evidentes de “caquetice crónica”, foi aconselhada terapêutica adequada para evitar solilóquios, sobretudo quanto aos estropícios do bart 1914, que nem troco dão. E começaram com pedalada de corredores de fundo! . . . mas, sol de pouca dura . . .
As recordações são como as cerejas ou as baratas.
Ainda de pensamento imberbe, não sublimei, na altura da nossa tragicomédia guineense, indícios que, ora, vou checando.
Naquele primeiro ataque, de que fomos alvo a 19 de Julho, salvo o erro [sim, esse mesmo que o poeta Costinha historiou, versejando, “fui dar com o cabo SPM abrigado debaixo da cama”], soube-o agora, o Contige e o cabito, aquele, matulão, este, franganote, mas reguilóide quanto baste, estavam de sentinela num dos postos avançados.
Mal as bojardas se fizeram sentir, já, ambos, acagaçados, estavam na horizontal, de “fuça” no chão, com a agravante de o cabito ficar deitado entre e no meio das pernas do Contige.
Bonita posição, sim senhor, e que bem protegida estava a matula no quartel ! . . .
Não sei, para ser franco, se essa posição, pouca ortodoxa, era já reveladora de qualquer tendência menos curial. O que sei é que, agora, na praia do Meco, o mesmo Contige e o Zé Manel, coabitam em “datchas” muito aconchegadinhas, entre si, não podendo, ora, precisar a posição exacta, se de lado, se por cima ou se por baixo.
E que as respectivas consortes (de ambos) lhes lançam uns piropos brejeiros, disso sou testemunha ocular de vista. E que pediram, encarecidamente, para que a minha consorte não soubesse, também é verdade.
Escrevi acima “acagaçados”, do que peço perdão. Por causa das cócegas, deveria, antes, ter escrito “defecados”.
Um xi do
Hipólito
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Do Pica Sinos:
Não sei se já repararam na forma como escreve o ex. aprendiz Eclesiástico em Tite e ex-Comandante de Bombeiros Voluntários de Baltar, Hipólito Sousa. Ele tem um talento natural para a escrita, inspiração nunca lhe falta.

Escrever não é uma tarefa fácil, dá trabalho. Parece-me na forma como o Hipólito escreve tudo lhe é fácil no que diz respeito à escrita. Parabéns amigo.

No entanto, para além da inspiração e do bem escrever, compreendo que com a idade que ele já tem, os acontecimentos de “lá longue” lhe vão fugindo. Acontece a muito boa gente. Digo isto e porque ao ler uma passagem do artigo que escreve este nosso amigo, refere que no ataque ao aquartelamento de 19 Julho 1967, o Contige e o Cabito de Penafiel, num ápice se atiraram para o chão, não dando conta o Cabito de quem já estava estatelado. De todo o modo, parece-me que o acontecimento merece mais uns acrescentos. Não que estivesse nesse abrigo, mas porque uma das personagens de tal “filme” me relatou.

Então vamos lá “pró explico”.
Há duas versões:
O Cabito diz que quando começou a estoirar a “pirotecnia” foi ter com o Contige ao dito posto avançado.
O Contige diz o contrário. Que quando a “festa” começou ao chegar ao abrigo do posto avançado o Cabito já lá se encontrava.

Parece não ser importante saber ao certo quem chegou primeiro, mas é! Se foi o Contige, faz sentido que ele se deitasse de primeiro no chão e o Cabito por cima dele. Ou andaram para melhor cobertura a “dançar o puxa-puxa”, com os bidões vazios existentes no abrigo até caírem no chão, “tocando” ao Cabito ficar com a cara no traseiro do Contige?

Para além deste imbróglio impossível de fazer “replay”, o que interessa saber é que o Contige ficou, como é natural, muito incomodado tal era a pressão no seu traseiro. O Cabito, como bom sapador, não desarmou, e a custo lá foi dizendo…comeces tu o que tiveres comido eu aguento! Não tiro a cara daqui.

Pica Sinos

Gentil F.Lourenço

Companheiros
Falei ontem com o Gentil.
Já acabou os tratamentos inerentes à doença que o afectou e diz sentir-se bem. A tal ponto que vai participar no almoço de aniversário do Mestre, no Monte Fialho, em Mértola, no próximo Sábado dia 28 de Agosto. Devem estar presentes cerca de vinte mastigantes.
Tem as coisas combinadas com o Contige.
As tuas melhoras amigo.
LG.

O Mestre faz anos

Está organizado um pelotão para ir festejar os anos do Mestre ao Monte Fialho, concelho de Mértola.
O valor do almoço será depois repartido entre todos. Ah e a prenda também.
Será no próximo Sábado dia 28 de Agosto e quem quiser ir deve contactar o Pica Sinos ou o Hipólito.
Abraços ao Mestre e aos amigos que estão a organizar o evento.
LG.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Carlos Ramos, ex-furriel sapador

Companheiros
Falei há pouco para o Ramos afim de saber do seu estado de saúde.
Felizmente as coisas têm corrido bem, não só da parte do olho, que estava com capacidade reduzida devido ao choque com uma teia de aranha, mas também da sua coluna que ultimamente lhe tem dado bastante sofrimento.
É bom sabermos que o nosso amigo se encontra melhor e para ele vai um grande abraço.
LG.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Vergonha, vergonha, é urinar na cama e dizer à mulher que é suado!

Venho remoendo, com os meus botões, se teria atingido, já, a blogopausa, privando-vos, se afirmativo, de vez e para vosso sossego, desta panca de fazer a festa, atirar foguetes e apanhar as canas, panca de que, francamente, nem sei a proveniência.

Não, senhor. O n/blog é e será, para mim, trampalazana bairrista incorrigível, sempre o melhor. De tão bairrista que até a acharangada banda de música da minha parvónia é, e sempre será, a melhor, nem que só com o bombo a tocar ! . . .

Há justificação plausível para a minha abstinência.

Entre outras e arejando as meninges . . .

Embirrei, solenemente, com aquele curso de inglês. Nem lá fui, nem fiz minga.

A cremalheira postiça impedia-me de pronunciar os vocábulos “britishs” complicados e para o que é preciso firmar a língua nos dentes, perdigotando professor e compinchas.

Desisti e ponto final.

Vai daí, filei-me, agora, nessa das novas oportunidades, que, vivamente, recomendo, também. Isto porque, informando-me, é vantajoso e acessível.

E livre à peanha, como nas nossas primeiras letras, de apanharmos do professor, com pena agravada, também em casa [se o rubor nas mãos ou o olho à belenenses não fosse atribuído ao estropeção no gamanço da fruta do vizinho], da mãezinha ou paizinho, ou até de ambos, aquelas pulinheiras ou cargas de lenha de três em pipa, que nos punham finos como coriscos.

Vejam as equivalências:

Sabendo escrever o nome, =6º ano; nome e data, =9º ano; um SMS, mesmo que se escreva bué, k , xego, impek, etc., =12º ano.

Se um texto, mais ou menos escorreito, embora com pontos e vírgulas, “ó calha”, como é o meu caso, matrícula segura num desses cursos abolonhados, no final dos quais e cumpridas umas sessões de amena cavaqueira com outros frustrados, temos direito a cheques, com o dr. a preceder o nome e a usar gravata na missinha e outras “socieligthices” da ordem, para amenizar a frustração que vai corroendo o ego.

“Facélimo”, não acham? Ou, literalmente, siderados, como, a princípio, fiquei?

Já estou, como diz o nosso santo antoninho do Fialho [que, entre dentes, me invectivou com a ameaça velada de que ainda me há-de ver com duas pulseirinhas, por que providenciou até, uma no braço, outra na perna]:

“Vergonha, vergonha, é urinar na cama e dizer à mulher que é suado”.

Hipólito
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Grande e Amigo Guedes
Tendo em conta o que o escrito me despertou e sobretudo a alteração gramatical ao titulo do texto publicado no blog – Vergonha, Vergonha é mijar na cama e dizer à mulher que é suado –venho à estampa para colocar o seguinte:
Segundo o Grande Dicionário da Língua Portuguesa (antes do acordo outorgrafico)
Mijar, quer dizer: lançar, expelir urina da uretra; Mijação, quer dizer: acção de mijar. Mijada, quer dizer: mijar toda a urina produzida de uma vez pela micção. Mijadela, quer dizer: mancha feita na roupa pela urina. Mijado, quer dizer: que ou se mijou, urinado, sujo com urina. Mijadouro, quer dizer: lugar onde se urina, urinol, mictório. Mijão, quer dizer: que se urina na cama ou por si abaixo. Mijinha, quer dizer: mija pequena. Mijona, quer dizer: forma feminina de mijão.
Nem pareces ser natural do Porto..carago!
Pica Sinos
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Esta engraçada chamada de atenção do Pica vem a propósito de eu ter mudado a palavra inicial do Hipólito - mijar - pela palavra urinar.
Peço desculpa ao autor, ao revisor e aos leitores, mas já me fartei de rir à conta de tudo isto.
Abraços.
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010


Felicitações para as formiguinhas que tem laborado para este espaço...
e também para as cigarras, que mesmo assim, nos vão alegrando com o seu cantar.

José Justo




Humor Militar
Google


José Justo

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Informação aos Camaradas e Visitantes do Blog

Nestes tempos de crise, o corpo redactorial deste blog foi convocado como Tropas de Reserva, a prestar de novo serviço militar, para o que já iniciaram treinos de tiro.

É espectante que por uns tempos estes militares estejam desaparecidos devido ao secretismo das missões para que foram nomeados.

A Bem da Nação

domingo, 1 de agosto de 2010

Um grupo de mastigantes no Meco



Olá,
   A fita que desta vez vos apresento procura retratar um dia bem passado, com um pequeno grupo de ex-guerreiros, na Aldeia do Meco.
   Esta Aldeia está situada lá para os lados de Sesimbra, onde muito boa gente opta, na praia, por mostrar as vergonhas, mas disso não tiveram tempo os ditos ex-guerreiros, se bem que houvesse vozes com promessas que tal exibição ficava para uma próxima visita ao Meco. A ver vamos ou talvez não!
   Desde o almoço em Fátima que um grupo de mastigantes do Bart 1914, tinham como objectivo promover um convívio “caldeiral” para a cidade de Peniche. O responsável pela implementação da acção no terreno e no restaurante, morador em Torres Vedras…cortou-se. Possivelmente com medo de ser obrigado a pagar a bruta misturada e cozinhada de peixe que nos tinha apalavrado no almoço acima descrito! Que o diga o Hipólito. Mas deixemos esta discussão para mais tarde, até porque a praia da Areia Branca não é assim tão longe e o peixe, por lá, também não falta.
   Antes do repasto de peixe no restaurante do Acácio, no centro da Aldeia, o encontro foi marcado para o Parque de Campismo – Campimeco – onde os organizadores do convívio, Contige e Zé Manel - têm as suas “Datchas”.
   O pessoal começou por chegar cedo. O Hipólito veio do Algarve e trouxe o Mestre do Baixo Alentejo. O Carlos Leite veio de Sintra e trouxe o Correia que é seu vizinho. Mais tarde cheguei eu de Corroios – Seixal. Já nas “datchas, muito bem cuidadas, não lhes faltando nada para umas férias bem merecidas e para momentos de ociosidade dos nossos amigos e respectivas famílias. Reencontrámos e conversámos, por bons momentos, com as respectivas mulheres ora presentes. O Palma veio de Algés e o Melo de Azeitão, mas foram direitinhos ao restaurante.
   Já devidamente acomodados para o repasto, o menu foi de “chorar por mais”. A caldeirada estava muito bem-feita e garanto bem-regada. Durante a mastigação o silêncio foi absoluto. Nesta confraternização ao todo foram 9 os ex-guerreiros com as respectivas caras metades. Destes, apenas 2 não trouxeram as companheiras, mas devidamente justificadas. Presentes ainda a Joana que é netinha do Contige e as suas 2 filhas. A Rita filha do Palma, sendo que as mulheres, ao todo, foram em numero de 11 que, ficaram situadas num dos topos da mesa. Ah já me esquecia, de referir da existência de um outro homem, se bem que ainda “escondido”, mas muito bem nutrido e grande, a observar pela barriga da mãe Sandra, filha mais velha do Contige.
   Terminado o banquete, segundo me disseram, já no Parque de Campismo pela tarde fora, o fado e as canções alentejanas não deixaram de estar presentes. E até houve quem estivesse em plena cavaqueira até às 10 da noite. Não foi Palma.
   Resta acrescentar que a reunião magna destes mastigantes, já marcou, para o princípio de Setembro, uma outra incursão numa terriola mais ao sul.
   Aguardemos por notícias.
Pica Sinos

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Aos Mastigantes Crónicos


Caros amigos
Gostei mais uma vez de rever as carinhas larocas dos NININHOS PAPAROCAS...

Agora só um pequeno senão: Tenho reparado nas expressões faciais do pessoal, um bocado pró abstrôncio...melhor; parece que estão ainda no refeitório de Tite !!!!

Será que calhou...ou faltou um pouquinho de alegria ??

Gostava de ver mais risota, paródia, bailarico etc. etc. mas parece que isso ficou para mais tarde.

Que pena não aparecer na “reportagem”.

Eu nos tempos em que “queimava bem” com a minha malta, qualquer jantarada era uma festarola, pese que a condução própria ficava para a maioria fora de questão, e não havia tanto apertanço com os “sopra o balão”.

Também muitos de nós se assoprasse-mos no gingarelho, decerto que a geringonça derretia só com o bafo !!!....

Das duas uma...ou a pinga é fraca, ou vocês têm uns bandulhos de aço inox hermético, que não deixa passar os “vapores” para a tola, e por o corpinho a abanar ??!!.

Vamos lá a ver se na próxima pançada, lá mais para o Sul, vislumbro mais animação no pessoal e respectivas caras-metade.

Um dia destes, vou ver se reuno umas fotos dos meus tempos de “jantarista/farrista” para o pessoal ver como o Justo era redondinho...quase esférico !!

As datchas do Contige e do Zé Manel são mesmo giras...gosto das coisas práticas e funcionais...parabéns para eles.

O Contige tem uma neta muito gira e bem disposta.
Lembra-me minha filha com esta idade...quando têm mais “gracinha”.

Para o nosso repórter X “sô” Pica Sinos, como sempre, trabalhinho elevado e desta, com musiquinha para bater o pezinho...

Continuem nestes encontros, não se esqueçam de tirar sempre uma foto de grupo como nos almoços.

...e tudo de bom para vocês.

BRAÇÕES

Justo

E O HIPÓLITO TAMBÉM DISSE..

Ganda Pica

Está cinco estrelas.
Finalmente, a dita caldeirada deu à costa.
Pena não ter podido comparecer.
O Guedes deve ter ficado a roer as unhas.
Um abraço
Hip.
2 de Agosto de 2010 00:29