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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

O LOPES JÁ NÃO ESTÁ ENTRE NÓS FISICAMENTE

É sempre com muita tristeza quando recebemos notícias de alguém que nos foi muito querido e somos informados que esse amigo já não se encontra fisicamente entre nós.


Estou a falar do Alberto Silva Lopes, daquele homem que nos acompanhou na guerra, nascido naquela terra castanha deitada ao sol -  Alentejo - e que um dia, como muitos, para fazer face à vida, emigrou para terras de França.


O Lopes, como os amigos mais chegados lhe chamavam, e que com ele trabalharam nas transmissões, nos diversos encontros de confraternização que temos vindo a patrocinar ao longo dos anos, nunca se esqueceram de indagar pelo Lopes. O Lopes onde anda? Onde pára o Lopes? Ouvia-se repetidamente, sobretudo, entre a grupo das transmissões.

O Lopes? Falta-nos encontrar o Lopes. De pronto diziam que tínhamos que renovar os esforços para o descobrir. Era o único de quem não sabíamos do seu paradeiro e as vontades de o abraçar eram muitas.


O Lopes em Tite tinha a responsabilidade funcional de Radiotelefonista. Também desenvolvia outras tarefas no Centro de Mensagens. Era um rapaz extremamente educado, de porte superior, brincalhão é certo, mas também pacato. Muito amigo do seu amigo, sempre que alguém em seu redor desanimava, as suas palavras era sempre de esperança e de ânimo. Existem testemunhos de quem com ele conversava mais a amiúde que dava prazer ouvi-lo.



No contacto que o Silva fez, (como sabem também emigrado em França), segundo a informação da mulher, Sr.ª Dª. Silva Lopes, o nosso amigo deixou-nos, fisicamente, em Dezembro passado. A causa da morte foi um trombo numa das artérias coronárias. Esteve a brincar com os netos antes de se deitar e, estava muito bem-disposto. Durante a noite não se sentido bem a esposa fez-lhe um chá, e, ao que parece ficou mais aliviado. Mas de seguida, vendo que ele continuava a não estar bem, chamou as urgências. Quando chegaram já nada puderam fazer.



Também informou que nas conversas que tinha com os seus familiares, foi inúmeras as vezes que nos recordava com saudade.



Amigos, o Lopes sempre esteve connosco!
Até amanhã Camarada
Descansa em paz

Texto da Responsabilidade do Silva e do Pica

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