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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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sábado, 3 de julho de 2010

AINDA O ANIVERSÁRIO DO NOSSO PEDRO E DO SR. ZÉ EM MONTES ALTOS


Ele, há dias, assim . . .

Em que, embora ambidestro, simile os políticos histriónicos cá do burgo – patética sina genética que, tal carraça, se nos colou, o, a todo o custo e acima de tudo, alcandorar-se ao que se não é, ser-se, em simultâneo, duma opinião e da contrária, consoante a circunstância -, me apetece “chutar”, como o celebérrimo ex-“jogateur”, com o pé mais à mão.
Antes que me lembrem, os políticos vão dando uma no cravo e outra na ferradura, seguramente, porque não estou quieto com a pata.
Com excepções, como vimos, ora, nos Montes Altos e todos conhecemos, ainda, um pouco por todo o lado.
Solidariedade, a troco, apenas, do bem-estar do próximo.
Feliz, em comunhão com a transparente felicidade do Pedro e dos que tiveram o privilégio de se lhe associar e acalorar o dia de aniversário.
Feliz, enfim, ao saber que estão em boas mãos os cuidados de que carece, o que, certamente, já merecia e o centro social de Montes Altos e o seu quadro humano, primorosamente, lhe proporcionam.
O que não pôde ser no meu caso. Dificuldades, inerentes à condição limitativa de um reformadito, ostracizado e mal pago, impedem veleidades quilométricas extensas, como almejava.
Se, por sortilégio, como ao Pica e ao Mestre, um na saga retórico/cívica, outro lá para os lados da Inglamanha, a providência me dotasse, com uma dona Tom Tom, extra, para levantar o astral e amenizar as agruras quotidianas, talvez arriscasse.
Estou intragável, de raciocínio ressabiado e torturante. Para desanuviar . . .
Época daquela caterva de exames médicos que, na nossa recessa juventude, são aconselháveis.
No urologista, após aquele toque rectal, em que, com luva, enfia o dedo pelo “of de guines” arriba, sentenciou o homem (ganda médico !):
Nem um jovem de 30 anos, apresenta índices tão saudáveis! Terapia: amor, amor e muito amor e nada de quininos. Estão a manjar o jeito que dava, agora e em vez da SEMPA, uma dona tom tom ?! . . .
Vou mas é para vale de lençóis. Já não há pachorra para aturar este arrivista, dirão.


Um bom fim de semana.
Hipólito


E o nosso Pedro, Sr. Zé em Montes Altos... disse:

Obrigado ou Hipolito e vê lá quando me podes visitar para um
forte Abraço
Pedro

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