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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Volta Antoninho, estás perdoado...

Volta, Antoninho, volta, estás perdoado, meu filho . . .
As estapafúrdias atoardas daquele puritanomaníaco sacrista, maniento pregador de moral bafienta, batem na couraça da tua indiferença, estamos, todos, certos. É sarna, de que, nem à bomba, nos safamos. Um lodo nos costados, se por aí aparecer, é o que merece.
Qual cor de rosa, qual cabaço! Até tive o cuidado de fazer um zoom no Google earth e testar o ADN, podendo afiançar que a pulseira é verde, como o vinho daqueles murcõezotes, matacanhos e matarroanos lá de riba. E pr’ó reumático, pois claro.
O, por mero acaso, ficar, na foto, sentado ao lado do Zé Manel, exímio manobrador de pincel ( ao que consta, na pintura de sua, dele, tabanca), não quer dizer nada. Ora, essa! . . .
Essa musculatura, de autêntico rambo e guerreiro de Tite, foi adquirida em árdua labuta e não, como o carvoeiro, de traseiro alapado à secretária, de caneta na mão e venha a nós o vosso reino. Fazes muito bem, em não acreditar que a musculatura dele está “nos cabeça”. Uma ova! É só basófia, já não leva ninguém, de conversa.
Chega-lhe, só se perdem as que caiem no chão.
O fresquinho, anda, é mais que certo, conluiado com algum teu dileto mentor espiritual, dos nados e criados na capital do império do mal.
Vê lá e põe-te a pau, também e sobretudo, com estes. Palavrinhas mansas, simpatia a rodos, dedutível, até, em sede de IRS, como que a passar a mão no pelo.
Mas,
Se não pr’ó quê, repara na biografia do Saramago (de quem, of record, não li ainda peva – uma vergonha ! -, mas sei que era/é uma pedra no sapato dos licenciados e um nó górdio na garganta dos ditos intelectuais), escrita no blog, e que reza, assim:
“Os seus pais emigraram para Lisboa quando ele não tinha três anos de idade” . . .
Emigrar da Golegã para Lisboa, é obra. Se não é neocolonialismo, para lá caminha, a passos largos.
Não te amofines, nem te rales ou azangues. Vozes de burro, não chegam ao céu.
Macacos me mordam, se, mais alguma vez, aquele sacripanta, mamava do leitinho da menina.
O Provedor
(do blogueseco dos guerreiros de Tite e arredores que, por aí, anda)

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