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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Conto popular da Guiné/Bissau - pelo José Justo

CONTO POPULAR DA GUINÉ-BISSAU Dizem na Guiné que a primeira viagem à Lua foi feita pelo Macaquinho de nariz branco. Segundo dizem, certo dia, os macaquinhos de nariz branco resolveram fazer uma viagem à Lua a fim de traze-la para a Terra. Após tanto tentar subir, sem nenhum sucesso, um deles, dizem que o menor, teve a ideia de subirem uns por cima dos outros, até que um deles conseguiu chegar à Lua. Porém, a pilha de macacos desmoronou e todos caíram, menos o menor, que ficou pendurado na Lua. Esta lhe deu a mão e o ajudou a subir. A Lua gostou tanto dele que lhe ofereceu, como regalo, um tamborinho. O macaquinho foi ficando por lá, até que começou a sentir saudades de casa e resolveu pedir à Lua que o deixasse voltar.
A lua o amarrou ao tamborinho para descê-lo pela corda, pedindo a ele que não tocasse antes de chegar à Terra e, assim que chegasse, tocasse bem forte para que ela cortasse o fio. O Macaquinho foi descendo feliz da vida, mas na metade do caminho, não resistiu e tocou o tamborinho. Ao ouvir o som do tambor a Lua pensou que o Macaquinho houvesse chegado à Terra e cortou a corda. O Macaquinho caiu e, antes de morrer, ainda pode dizer a uma moça que o encontrou, que aquilo que ele tinha era um tamborinho, que deveria ser entregue aos homens do seu país.
A moça foi logo contar a todos sobre o ocorrido. Vieram pessoas de todo o país e, naquela terra africana da Guiné Bissau, ouviram-se os primeiros sons de tambor. Zé Justo in shvoong.com fotos: BlogBaobá fotolog.com

1 comentário:

Santos Oliveira disse...

Caro JJ

Delícia das delícias!!!

Não podemos reclamar que os Guineenses (e demais povos) não tenham, também, os seus Contos Tradicionais.

Em tempos idos, ouvi, em passagem por Catió, este Conto, mas muito menos elaborado, talvez porque eu não dominasse o dialecto, talvez porque o contador houvesse abreviado as passagens.
Mas não deixa de ser uma maravilha reavivada, aqui, com muito Mérito Lietrário.É Justo!...

Abraços, do
santos Oliveira