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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O Hipólito já mexe... passa tudo a pente fino!

Guedes: Excelentíssima e reverendíssima ideia!Topa-se logo que tens raízes no "Porto ... carago", como diz o Justo.Servirá, além do mais, para espicaçar os absentistas no sentido de fornecerem material para o blog. Justo: Manga de literatura interessante. Só que para alguma até já vejo mal! É o PDI. Até as "oftálmicas" falham . . . Terminei há algum tempo a licenciatura em "gestão dos tempos livres". E para põr em execução os conhecimentos adquiridos, li o Blog do Bart. desde o início. E não é que ao ler a poesia do Costa (fui dar com o cabo SPM debaixo da cama, aquando do primeiro ataque do IN ao aquartelamento) me senti altamente vexado na minha imagem de guerreiro de elite e a quem até a G3 que lhe distribuíram só disparava um tiro de cada vez! Pareceu-me, na altura, que foi o "Sangalhos", a quem emprestei a arma para uma operação, que, na volta, trocou a culatra empenada da G3 dele pela a minha, convencido de que um operacional como eu não precisaria de arma para nada. Não pode ser. Terei que repor a verdade e reparar a minha imagem. Aí vai aço. Qual quê, Costa! Foi assim: A minha cama, na camarata (pois tinha outra no SPM, a mesa de distribuição do correio, que, como ficava por baixo dos depósitos da água, era climatizada e ideal para bater uma sorna nas quentes tardes, a seguir ao almoço) era contígua ao edifício das transmissões. E, já na altura, andava desconfiado (e hoje estou certo) daqueles galfarros. Tanto secretismo, tanto "código", inquietava-me e intrigava-me. Vai daí e para tirar dúvidas, aproveitei o "ataque" e, de bruços, por baixo da cama, fui rastejando e penetrei no "sacrário" daqueles valentões. E que vi? Todos eles, sem excepção, agarradinhos uns aos outros, a implorar ao divino que, se safasssem daquela, iriam a pé a Fátima, sem comer nem beber. Olha que equipa coesa! que gringos! Vamos nós acreditar na poesia do Costa! Esta a verdade. Estou reparado. Um abraço bloguista. (não confundam o g pelo q). Hipólito

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