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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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domingo, 7 de dezembro de 2008

Fim de ano de 1968 - Um aerograma do Costa para a namorada...

Ementa FIM DO ANO 67/68 Fui procurar um aerograma dessa época. Encontrei um de 03/01/1968 As tantas escrevia eu pra minha namorada: "Embora estivesse de serviço, não deixei de festejar a passagem de ano. Um grupo de amigos reuniu-se todo num armazém de material de guerra, e não faltou: Frango assado no forno com batatas, e ainda uma bela sopa de canja.Cada um levou o que recebeu aí da metrópole. Foram umas horas inesquecíveis". José Costa

2 comentários:

Leandro Guedes disse...

Amigo Costa
Ainda um dia se há-de fazer a história dos "aerogramas", e do seu papel fundamental na ligação entre a tropa do Ultramar e seus familiares e amigos.
Quantos namoros se fizeram e desfizeram, casamentos desfeitos também através deles, quanto conforto transmitido, quantos casais mantiveram a sua chama através dos aerogramas, quantas amizades se mantiveram através dos aerogramas. É que naquele tempo não havia net ou emails, nem nada dos modernismos que hoje existem. Os aerogramas foram um veiculo importante na comunicação das pessoas naquele tempo.
Um dia vai ser feita história dos aerogramas. Entretanto nós vamos falando deles.
No meu caso foi através dum aerograma que conheci a minha mulher com quem casei mais tarde.
Um abraço.
Leandro.

disse...

Amigo Guedes
Será que como o Costa, também guardas esses Aerogramas? e o Pica? será que também?.
É bonito, e sei dar valor, pois há uns anos, minha mãe mostrou-me centenas de cartas trocadas com o meu pai.
Também ele esteve em comissão durante a 2ªGM na Guiné e Cabo Verde.
Agora um pormenor para te espantares...Nunca escrevi uma carta de amor, inclusivé só namorei uma única vez na minha vida !! foi com a minha mulher...8 meses, e estivemos zangados 2 !!
Como vez...aqui está um fenómeno.
Sabes no BA...não se perdia tempo com entretantos!!
Bração Zé