.

--

Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

-

"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


sub tit

sub tit

Facebook

Para abrires o nosso FACEBOOK, clica aqui


______________________________________________________________

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

AZULÂO...

nota - TODAS ESTAS FOTOS E MONTAGENS SÃO DA AUTORIA DO ZÉ JUSTO.
...para todos os amigos e visitantes do Blog, que ADORAM O AZUL...

do Zé Justo

...um homem por vezes sente-se dividido...

Mais esta, curiosa, do Zé Justo

Simplesmente como curiosidade, aqui vos deixo a evolução do "patacão" corrente na Guiné Bissau, antes e pós independência.

Recentemente a Guiné-Bissau aderio ao Franco CFA da África Ocidental. 1€ = 666 CFA.

pelo Zé Justo, dedicada ao Guedes...

...esta é dedicada ao Guedes...sabes quanto custa este Imp de 1967 ?
a módica quantia de 233 € (47 contos)...e esta hem...
As miniaturas da extinta fábrica Gorgi Toys hoje em dia valem pequenas fortunas, mas os da Dinky Toys também desaparecida ainda valorizam muito mais.
Todas as miniaturas que tenham os tampões das rodas atravessados pelo veio, são normalmente muito valorizadas, pois trata-se de fabricos europeus, cujas fábricas já práticamente todas desapareceram.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

A guiné, pelo Zé Justo

Guiné-Bissau nos dias de hoje

HILLMAN IMP, o meu primeiro carro...

(dado que estamos em maré de falar de carros, volto a publicar este pequeno artigo acerca do primeiro carro)
O Pica Sinos hoje de manhã, bem cedo, às 9:30, trouxe-me à memória uma grata recordação, que foi a compra do meu primeiro carro.
Compreio-o em segunda mão por 27 contos (mais precisamente), em 1969.
Quem se lembra desta máquina?. O meu era verde escuro. Transformei-lhe alguns componentes: cabeça do motor de 1.000 cm3 rebaixada, carborador duplo, duas entradas de ar na traseira e a tampa do motor andava sempre ligeiramente levantada, para ajudar a arrefecer o motor ( o motor era a trás), um cano de escape cromado que era uma maravilha, guarda-lamas e jantes largas. Maluqueiras da juventude ...
Já naquele tempo dava 160 kms/hora. A gasolina não chegava aos 4$00/litro.
MO-80-74, era a matricula, se alguém o vir por aí, eu compro se for barato...
Um abraço. Até amanhã
Leandro Guedes
------
José Costa disse... Carros antigos é comigo! Esses carros eram montados em Ovar.À saída da fábrica, quem os experimentava era um familiar meu, que por sinal tinha um igual em vermelho.Se quiseres saber onde pára o teu, podes contactar a Conservatória do Registo Automóvel Rua Mouzinho da Silveira, 34 1250-167 Lisboa. Ficas a saber quem foi o último propriétario e o que fez dele.
José Costa
------ 16 de Maio de 2008 16:45 Raul Pica Sinos disse... Para que conste.....Havia um "puto" loiro que a todo o momento andava de "jeep" em Tite e na "ganga". Não só dentro como fora do aquartelamento. Lembram-se dele não lembram? Claro que se lembram. Até as galinhas na tabanca, quando ele passava deixavam de pôr ovos durante uma semana.A primeira coisa que fez quando chegou à terra foi comprar um carro. CLaro!!Não contente, vai de rebaixar motor, 2 carboradores, etc.. Vejam lá se ele se lembra de modificar o "jeep" em Tite. Estavamos feitos nós e as galinhas nunca mais punham ovos.
Pica Sinos
------
Ri-me à gargalhada, com esta das galinhas...
Dentro do aquartelamento não me lembro...
Certa vez eu vinha do Enxudé, sózinho de jeep, na ganga. Ao mesmo tempo sobrevoava uma avioneta a caminho de Tite. Eu corria e ela ia ficando para trás.
Cheguei ao quartel e já lá estava há cerca de meia hora, sou chamado à sala de operações. O Comandante Relvas de Lima, começa por me dizer que vinha naquela avioneta que sobrevoava o jeep. E perguntou-me se eu sabia o esforço tremendo a que estavam sujeitos os vários pontões que havia na estrada, no momento em que o jeep pisava os mesmos a alta velocidade. Eu sempre calado, olhos no chão.
A certa altura ele diz:
- Vocé reparou que o jeep corria mais que a avioneta?. Até o piloto se admirou do jeep vir a tanta velocidade. O que é que você me diz a isto?.
Eu respondi-lhe mais ou menos assim, receosamente:
- Acho meu comandante que não era eu que vinha depressa, a avioneta é que vinha a andar muito pouco...
Fez-se silencio. Estavam presentes o 2º. Comandante Ponces de Carvalho, o cap. Pereira Rodrigues(já falecido), o Arrabaça, o Bagulho e mais alguém que não me lembro. E eu à espera da "porrada".
Por fim ele diz:
- Eu devia castigá-lo! Só não o faço porque o cap. Vicente (já falecido) precisa de si. Pode-se retirar...
Safei-me daquela, não me safei doutras... Era a tropa!
Leandro Guedes

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

NÃO SÓ OS ADVERSÁRIOS SOFRERAM COM AS VITÓRIAS DO GLORIOSO

Quando morava na Estrada de Benfica, por duas ou três vezes, saltei para debaixo da cama, assustado, quando faziam estoirar foguetes, por vitórias ou inaugurações de eventos, no Estádio do Sport Lisboa e Benfica. Não foi fácil, no tempo que sucedeu ao regresso da guerra colonial, lidar com “fantasmas”, tendo em conta a sofrida sujeição aos rebentamentos das “morteiradas”, com que eu, e outros, fomos confrontados no aquartelamento em Tite. Nascido e criado em Benfica, cá o rapaz, não podia deixar de ser, pois então, não só adepto deste glorioso clube, como também atleta. Quando menino e moço, com os patins, já espigadote, no rugby. No ano de 1970, quatro anos depois das africanizadas impostas acções e… do casório, eu e a Mila, ocupávamos um 4º andar (duplex) no Calhariz de Benfica, situado a cerca de dois mil metros do Estádio do Glorioso. Para principio ficamos muito bem, o duplex tinha duas assoalhadas, uma casa de banho e a ligação a todo o comprimento do telhado do prédio, sendo o sótão aproveitado: com uma pequena cozinha, armazém das chamadas velharias, e ainda de “coelheira” para um ou outro coelho ou galináceo na engorda, para serem “servidos” em melhor ocasião. Digo isto, para referir, que não era difícil, (mesmo resistindo ao pó DDT que cuidadosamente colocávamos no chão, junto à porta que dava acesso ao sótão), impedir que, no quarto, fossemos “visitados”, quase sempre pela calada da noite, por uma ou outra “baratita” ou “ratito faroleiro”. A exemplo de algumas práticas de familiarização com estes bicharocos na Guiné, esquecendo que dormia sozinho, sonâmbulo, sentia a sua passagem e… calmamente a(s) sacudia(s) para o lado(s) ocupado, na cama, pela minha companheira. Como é compreensível, a moça não gostava nada destes maus hábitos, ficava aos pulos e “fula” cada vez que levava com um destes bicharocos, mais propriamente com baratas e, fugia em pânico para um dos cantos do apartamento, estorvando o meu sono, mas secundado por fortes risadas ao saber do acontecimento. Irritada já não se deitava sem antes passar “revista à caserna”. Mas a “vingança” da Mila estava para vir. Em Abril de 1972, quando do jogo para a Taça de Portugal, onde o Benfica venceu o Porto por 6 a 0, a folia e os festejos, já no Estádio da Luz, prolongaram-se noite dentro e, o final de tanta festança foi ao som de fortes morteiradas, que ao acordar, dou comigo debaixo da cama. Já refeito do susto, a Mila pergunta:… Estás a ver se as molas do colchão da cama estão partidas?...era a vez de ela rir. Felizmente que a “pancada” não ficou e, a testar isso foram os festejos, naquele Estádio, das sucessivas vitórias do glorioso, e sempre Benfica. Raul Pica Sinos

domingo, 24 de agosto de 2008

História de um "carocha"

Ao ler as aventuras e desventuras do Pica com o seu Carocha number one lembrei-me de uma, também com o meu primeiro... Correria para aí o ano de 1974/75, e seriam umas quatro e tal da manhã de mais uma noitada de sexta, quando me meto dentro do Carocha cinza com destino a casa em Carnaxide. Já no Alto das Amoreiras (ainda era o enorme parque de recolha e estacionamento dos autocarros da Carris e nem se sonhava com o Amoreiras Shoping) o carro começa aos soluços e para ??!!... Pensei numa avaria, mas olhando para o manómetro da gasolina reparo que o ponteiro estava no Super 0. Por sorte o carro parou mesmo no início da descida para as bombas de gasolina da Duarte Pacheco, e não foi difícil ir a "planar" rumo à ansiada gasosa. Como pormenor...estas noitadas ficavam caras, e invariávelmente no fim da festa pouco restava no bolso, o que era o caso, pois só tinha sobrado uma nota de 50$00 (0.25 €). Parei o carro junto a uma das bombas e logo veio solícito o empregado (velhos tempos, em que havia empregado, viam o óleo, a pressão dos pneus e ainda lavavam o vidro !!). Saí do carro, olhei para o empregado e disse : - Meta 45$00...ele olhou para mim com cara de espanto, mas eu retorqui: - Sabe. nunca meto muita gasolina...é que tenho medo das explosões !!. O Homem desata a rir, mas a bom rir, e passados alguns segundos volta-se para mim e diz: - Olhe que tenho ouvido muitas histórias...mas esta, é o máximo !!. Claro que ele já sabia que eu estava sem cheta, mas foi inpecável: - Olhe meu amigo, essa da explosão foi tão boa, que vou meter 100$00...é suficiente para chegar ao seu destino?...OK paga-me amanhã, chamo-me Freitas !! No outro dia Sábado, com muito sacrifício lá me levantei cedo da cama, meti dois palitos nos olhos para os manter abertos e rumei às bombas para meter mais gasolina e pagar o calote. Dei-lhe 150$00. O homem não queria, mas claro que insísti. Agradeceu e disse-me que já tinha contado a do "tipo da explosão" a tudo o que era gente conhecida. Nota: Pelos valores se terá noção do preço da gasolina nestes idos tempos. Zé Justo fotos Google

sábado, 23 de agosto de 2008

O PRIMEIRO CARRO (II)

A VIDA É UM RASCUNHO DE SAUDADES Corria o mês de Janeiro de 1971. Dou comigo, ao volante do “carocha”, a subir a Av. da Liberdade em Lisboa. O tempo estava chuvoso, chuva tipo “molha-tolos”. Oiço o “cantar” do carro e acelero, entusiasmado ao verificar que toda a avenida tinha luz verde nos semáforos. Reparo que deixo para trás, alguns dos “borrados” condutores com receios das condições do tempo e do asfalto. Num ápice surge a rotunda do Marquês de Pombal. Dou com todos os meus companheiros “de route” parados e perplexos, a assistir ao bailado do “Carocha” que ostentava ainda na traseira um “ovo” amarelo indicativo de velocidade máxima de 90 km que me era permitida e avisador para os demais…… “aqui vai um piriquito”.
Qual bailado de cisne em tempo de acasalamento. O “meu”, ou melhor o “bailado” do meu “Pablo”, foi de tal forma que ainda hoje estou para saber como fui parar ao jardim que circundava a estátua do Conde de Oeiras, Primeiro-ministro e Marquês de Pombal. Atolado no meio das flores, não fora a ajuda do jardineiro e de um polícia sinaleiro, creio que ainda lá estaria especado e com os pés lameados perante o riso de gozo dos energúmenos condutores que pelo local passavam. Esta rotunda dava-me “galo”. Uma outra vez, não muito distante no tempo, vindo da direcção do Saldanha e querendo cortar à direita, em direcção às Amoreiras, ao sair da faixa do meio, um táxi levou-me o guarda-lamas direito, sendo, por mim, recuperado mais à frente, perante todo o trânsito parado, espectáculo desta vez “brindado” com multa e “recheado” de sorrisos dos passantes, gozo que me levou a retirar para sempre o malfadado “ovo” amarelo. Também quem não gostava muito destas e outras brincadeiras resultantes em amachucadelas, era o Artur bate-chapas e o Arnaldo pintor, amigos de infância que possuíam uma oficina no Bairro da Graça. Bem dizia o Arnaldo (que comigo em miúdo roubava parte das hóstias ao padre do Bairro quando lhe fazíamos o recado à senhora que as confeccionava): Oh Pica dizia ele… de tantas vezes nos “visitares” é melhor mudares de emprego e vires para cá trabalhar. Na verdade o “defeito não era meu”, à falta de visibilidade do guarda-lamas do lado direito, o carro andava quase sempre batido, ao ponto de sair da garagem com o “Carocha” como um “brinco” e junto ao Miradouro de Santa Luzia, para aí mais mil metros à frente, ainda na região do Bairro da Graça, bater na traseira de um outro carro, tal a distracção ao admirar uma flausina lisboeta. Já era azar! No entanto, convencido continuava a não haver melhor “volante” em Lisboa e arredores. Vaidoso, lá continuava a buzinar ao som do rugir da vaca. Como era boa a vida de Lisboa. Quem me dera ter outra vez vinte anos… Não fui capaz de segurar as lágrimas, dois anos depois, quando por 10 contos (cinquenta euros) me desfiz do primeiro carro. Raul Pica Sinos

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Apêlo...

Meus amigos Ao consultar o contador de visitas recentes ao nosso blog, verifica-se que existem entradas de vários pontos do globo: - Estados Unidos, - Brasil, - Sao Tome e Principe - Africa do Sul - Moçambique - Espanha - Alemanha - Polónia - Noruega - Suécia Além de Portugal.
E algumas destas visitas com uma permanencia igual ou superior a cinco minutos. Será que a nossa gente está espalhada por todos estes lugares? O apêlo que faço é que cada um deles dê sinal de si e escrevam para o nosso blog ou mandem emails para Leandro Guedes - leandro.guedes@pluricanal.net
Raul Pica Sinos - raulpsinos@netcabo.pt
José Justo - hrjusto@sapo.pt
Ficamos todos à vossa espera. Abraços
Leandro Guedes

O PRIMEIRO CARRO

SAUDADES SÓ AS TEM QUEM DAS SAUDADES NÃO ESQUECE Chegado da Guiné em Março de 1969, das “lecas” que a “miúda” (hoje minha mulher) tinha conseguido amealhar, era minha intenção tirar a carta de condução e comprar um carro, diria mesmo que a vontade era inversa. “Flipado”, dava-me gozo o BMW Iseta de dois lugares, com uma única porta à frente, motor com 569 c.c., atingindo 85 quilómetros de velocidade. À época muito “IN”, com a agravante de um vizinho meu, com um disponível para comigo fazer negócio. Mas qual quê as “isetas” foram outras e as vontades cortada…“ela”, a miúda, não foi em “pancadas”, optando por me convencer no casamento, que três meses depois se realizou. Querendo refazer a vida, faço-me vendedor de uma fábrica em Vila Nova de Gaia, do ramo das tintas e vernizes, cuja área da minha actuação era, fundamentalmente, a região de Lisboa. Contudo, entregar latas de tintas de variadas dimensões, utilizando os transportes públicos incluindo táxis, não era propriamente o meu forte. Retomo com muita força a ideia de possuir um carro após o exame de condução e, em Agosto de 1970 finalmente adquiri o primeiro carro…….um “Carocha”. Rapaz de 25 anos, sem dúvidas, convencido de não haver melhor “volante” em, Lisboa e arredores! Como eu ficava bem neste meu carro. Vaidoso, não me cansava de buzinar (com o som do mugir da vaca), quando as garinas se cruzavam com o meu olhar. Era um fartote de riso, confrontado com os rostos ruborescidos das miúdas. O carro comprado em terceira mão, arranjado, primorosamente, por um mecânico/bate chapas que trabalhava nas oficinas da peugeot, situadas no Bairro Santos ao Rêgo. O “Carocha”, veículo salvado, custou-me cerca de 20 contos (100 euros), a cor era azul, a marca volkswagen com motor de 1200 c.c., podendo atingir 140 quilómetros por hora. As rodas estavam colocadas ao contrário para parecerem as jantes, mais largas e dois brutos tubos de escapes, fazendo inveja a qualquer “engenheiro” de tuning à da…o carro estava um espectáculo! Que bem cantava o “Pablo”, nome que lhe dei, mesmo a baixa velocidade, fazia um “bonito” “roooooommmm”, ao contrário pensavam os “cotas”, ao acordarem pelas duas da manhã, hora habitual do recolher cá do rapaz, no Calhariz de Benfica junto ao Ferro-de-Engomar. Mas este primeiro carro tinha dois grandes defeitos: o primeiro derivado da “mocada” que certamente levou, tinha o chassis “pescoço de cavalo”, ligeiramente empenado, dando origem, nas travagens, a guinar para a esquerda.
Deveras perigoso, em dias de chuva. O segundo, mas este comum a todos, o condutor não conseguia ver o “guarda-lamas” direito, mas os acontecimentos e aventuras, que daí derivaram, são outras histórias que prometo para breve contar. Raul Pica Sinos

sábado, 16 de agosto de 2008

OS BLOGS NUM FUTURO PRÓXIMO - ZÉ JUSTO

O poder dos blogs A edição que está nas bancas da revista Exame, da Editora Abril, traz como reportagem de capa um instigante texto sobre os efeitos da blogosfera na vida das empresas. Eis alguns dos números citados na reportagem, assinada por Camila Guimarães, para mostrar o poder adquirido pelos blogs como meio de difusão de idéias, opiniões e informações de modo geral (as fontes mencionadas são o serviço americano de acompanhamento Technorati e, no Brasil, o Ibope/NetRatings): 1. Existem 34 milhões de blogs em todo o mundo. 2. A cada dia, 70.000 novos blogs são criados. 3. A cada minuto, 500 novas mensagens são publicadas. 4. A audiência já passa de 50 milhões de pessoas, ou 11% dos internautas do planeta. 5. No Brasil, 37% dos internautas lêem blogs regularmente. 6. Os brasileiros passam 20% do seu tempo de navegação visitando blogs e comunidades virtuais. No universo dos blogs, diz a reportagem, "mães falam do bebê recém-nascido, estudantes reclamam dos professores, aspirantes a escritor publicam poesias, prostitutas relatam sua rotina e, por que não?, presidentes de empresas falam de negócios". E cita um exemplo: Jonathan Schwartz, presidente da Sun, fabricante de computadores, que mantém um blog há um ano e meio. "Como o e-mail, o blog não vai ser uma questão de escolha. Todos os líderes serão obrigados a ter um", diz o executivo americano, entrevistado pela revista. "Acredito que em dez anos os presidentes vão se comunicar diretamente com clientes, funcionários e parceiros. Porque, se você não participar da conversa, outros falarão no seu lugar."

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

NOTICIAS DA GUINÉ BISSAU

A CÓLERA MATA NA GUINÉ-BISSAU Apesar do significativo esforço, através dos tempos, de várias entidades não governamentais (entre outras) …. a exemplo: o apoio monetário da OMS com para a região de Tite para construção de 19 novos poços de água e 290 latrinas comunitárias…. Não tem sido possível colmatar o surto de cólera que presentemente afecta a Guiné-Bissau. O flagelo que começou a sul do país é de tal gravidade que o Hospital da capital já esgotou a sua capacidade em camas e em géneros alimentícios, levando o seu Director a um apelo público para contribuição de géneros alimentícios, tendo em vistas a alimentação dos doentes naquele hospício internados. Segundo Fernando Casimiro – www.didinho.org – a cólera que mata os guineenses, em parte deve-se a ausência de uma boa campanha de sensibilização e prevenção por parte das autoridades sanitárias, bem como das estruturas do poder local (cuidados de higiene pessoal e colectiva; limpeza das ruas, recolha e tratamento do lixo, protecção dos poços de água, tratamento da rede de agua canalizada, construção de latrinas, entre outras medidas), de forma a evitar que se continue a defecar em zonas próximas aos poços de agua ou de cultivo, senão dificilmente se conseguirá estancar a epidemia que em acordo com os órgãos de Comunicação Social em Bissau, no dia 07/08/2008, já apontam para 1.077 casos de pessoas infectadas, sendo ¾ na cidade de Bissau. F. Casimiro – www.didinho.org – acrescenta que também tem contribuído para a sustentação da cólera na Guiné-Bissau, ainda que ligado a factores acima referenciados, a preservação, pela negativa, de práticas ancestrais, que alguns continuam a defender como sendo parte da tradição e simbolismo cultural do mosaico social guineense, sem contudo, perceberem que a cultura como elemento identitário não deve servir, igualmente, como elemento de auto-extinção dos povos. Concluindo que neste momento o que importa é ajudar, todos somos poucos para colmatar a epidemia que assola a Guiné-Bissau Fica o registo bart1914.blogsport.com Raul Pica Sinos

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Os homens só morrem quando a Pátria se esquece deles

Ó noite, porque hás-de vir sempre molhada! Porque não vens de olhos enxutos E não despes as mãos De mágoas e de lutos ………………………... Ó noite eterna e velada Senhora da tristeza, sê alegria! Vem de outra maneira ou vai-te embora, E deixa romper o dia Eugénio de Andrade
A frase em titulo não é minha, nem tão pouco sei o nome do seu autor, a quem rendo respeito e homenagem, mas vem a propósito de uma notícia que li num jornal diário (JN) onde anunciava que: “Cerca de 200 ex-combatentes vivem na rua a travar todos os dias a sua derradeira batalha: a da sobrevivência”. Não é demais referir que um sem-abrigo é visto em Portugal, como uma pessoa que não possui moradia fixa, sendo a sua residência, na sua maior parte, os locais públicos de uma qualquer cidade. Anuncia a Lusa (HN) que, ………estima-se que a população sem-abrigo em Lisboa é constituída maioritariamente por homens alcoólicos, com idades entre os 35 e 44 anos, aqueles que têm uma idade superior representam 21%.......... Mas AMI vai mais longe, considera também população sem-abrigo as pessoas que vivem em alojamentos de emergência, em habitação sem arrendamento e de ocupação ilegal, em alojamento indigno dando como exemplo as barracas, etc. Desde 1999 já foram atendidas mais de 5.000 pessoas em situação de sem-abrigo. Num estudo publicado na NET, menciona que dos mais 700 novos casos em 2006 a quem deram assistência 32% dormiam na rua, em albergues 22% e em barracas 6% e a tendência era para aumentar. Refere ainda que esta população, teve como recurso económico mais frequente a mendicidade, seguindo-se os apoios/subsídios institucionais (22%), de amigos e de familiares (13%), o Rendimento Social de Inserção abrange 10%. Sendo: desempregada 89%, com formação profissional 28%, com familiares vivos 92%, mas apenas 37% se relaciona com eles, não têm médico de família 39%, 7% tem HIV, 28% consome substâncias activas e 43% têm filhos. Quanto à evolução do sexo feminino, o estudo verificou um aumento num espaço de 7 anos de 13% para 31%. As causas desta degradação humana decerto são muitas mais e variadas que urge rectificar com acções que visem a solução deste problema de exclusão social que passam, entre outros, do acesso a uma habitação digna, à inserção profissional, à formação, a programas ocupacionais e à resolução dos problemas de saúde. A Pátria não pode esquecer-se dos seus homens! Raul Pica Sinos

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Esta fotografia foi enviada pelo Monteiro

Esta foto tem cerca de 20 anos senão mais. Foi tirada no 2º Almoço Convivio, alguém se lembra onde e quem organizou? Já repararam que alguns "rapazes" estão tão interessados na conversa que nem deram conta que estavam a ser fotografados. Distraidos como sempre os conhecemos

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Mais um blog do Zé Justo - o segundo...

Amigo Guedes e restantes companheiros
Já vi que incluis-te o texto sobre os Paras, agradecido. Guedes antes que me esqueça, volto a afirmar que desde que vejas ter interesse pf "serve-te" e tira dos meus Blogs (agora são dois) tudo o que quiseres. Escuso de dizer que tenho todo o prazer nisso, e é um previlégio ser-mos vistos já por quase 7000 !!!!!! excelente. :) ;) Como o meu Blog http://www.comoze.blogspot.com/[1] está quase saturado, tive que abrir outro http://comoze2.blogspot.com/[2] Este novo vai ser principalmente para dar a conhecer o nosso país por esse mundo fora. Aproveito para vos pedir que sugiram tema ou local das vossas regiões e eu tenho muito prazer em pesquisar, editar, trabalhar e incluir no Blog. Mais uma vez peço ao Guedes para utilizar tudo o que quiser dos Blogs, e não necessita de mencionar origem OK. Continuação de boas férias para todos e um abração ZéJusto http://comoze2.blogspot.com/ ------ nota- sugiro à nossa amiga Alcinda Leal, a passar férias em Santa Cruz da Graciosa, que seja uma das primeiras a descrever, para o novo blog do Zé, esse lindo lugar da terra...