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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Bela noticia para fechar o ano de 2008.

Amigos Encontrei mais dois das transmissões O Mestre - Telefonista que está em Mertola - telefone 286453164 e o Flores - Telefonista - que está por perto de Vila Franca de Xira! O Mestre convidou a malta a uma patuscada no monte lá mais para a frente depois do tempo melhorar. Também vai entrar em contacto com o Ramos que está em Beja. O Flores quer almoçar um dia destes!!!! Vamos ter mais histórias e Brevemente a do Amador que vou almoçar com ele para a semana próxima. O Flores vai escrever-vos pois "mexe" na NET. Não conhecia o nosso Sitio e agora que já conhece as vossas moradas vai entrar em contacto brevemente é uma surpresa. Um grande Abraço para vocês Pica

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Fim de ano de 1967, pelo Zé Justo e José Costa...

Ementa FIM DO ANO 67/68 Grande petisco, em que todos juntamos o que nos tinham enviado da Metrópole e realizou-se uma grande festarola, à qual posteriormente aderiram alguns furriéis e oficiais.

Lembro-me que apanhei uma "constipação" monumental...foi das correntes-de-ar. Creio que o texto foi do Cavaleiro. Fotos do Zé Costa Zé Justo

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Ementa FIM DO ANO 67/68 Foi uma noite memorável!! A minha comparticipação foi, uma lata de uns 5 kls de rojões em azeite,que um familiar me enviou por um portador aí por alturas de Agosto.

Eu guardei-a para a abrir em um momento especial, e esse momento foi este.

Ao abrir a lata, era um cheiro pestilento que eu nem provei... mas os rojões desaparecem na bôca do saudoso Alf.Vaz Guedes, que também se constipou e muito.A minha constipação, deu-me para me sentar ao volante de um jeep e ali ficar o resto da noite, até que uns colegas do "reforço" me acordaram, estava eu em tronco nú todo molhado da cacimba! Costa

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O MATOS NOS DIAS DE HOJE

AS SUAS “PÔPAS” EM TITE

FARIAM INVEJA AOS “PUTOS” DESTA ÉPOCA

Pelo meio da manhã, véspera do Natal, desço a Rua Garrett, o Chiado como dizem os lisboetas, e sou surpreendido por gente do circo!

…Uma grande bicicleta montada por um jovem todo de branco que apregoava…Olha o circo…Olha o circo…um outro no cimo de altas andas, também. Na frente duas lindas majorettes, bem caracterizadas e muitos sorridentes, contribuindo com a sua graça para a frescura da manhã que se faz sentir. Por último a charanga. Devem ser, todos, da Companhia de Teatro do Chiado – Mário Viegas.

O Chiado, que eu amo, foi refúgio favorito do Fernando Pessoa e do Eça de Queiroz. Foi pólo intelectual de Lisboa no século XX. O Chiado diz o poeta…não pode ser explicado apenas sentido…É verdade! Só no Chiado eu consigo “sentir” a vivência dos dias quando me encontrava com a minha amada, na esquina do Eduardo Martins, no final dos dias de trabalho. Mas deixemos isso por agora, estou aqui para “falar” do Matos!

O Joaquim Correia de Matos, 1º Cabo de Transmissões em Tite, nasceu em Lisboa a 27 de Novembro de 1945. Aos 10 anos já trabalhava na oficina de sapateiro do seu pai. Seguiu a profissão de empregado do comércio – Caixeiro – vive desde há muito em Arruda dos Vinhos, (concelho que faz fronteira com o de Vila Franca de Xira), e é nesta manhã fresca e animada que vou ao seu encontro numa das sapatarias de luxo, na Rua Garrett, onde trabalha há 39 anos.

O encontro desenrola-se à mesa num “café”. E começo por dizer que o objectivo é…satisfazer muitas perguntas de antigos camaradas que não se cansam de por ti perguntar, pois, há muitos, muitos anos não te vêm…, digo!

Olha, diz… são muitas as vicissitudes da vida que me levaram a não me encontrar com os camaradas… não exemplificando, vai dizendo que… o tempo que passou na Guiné o considera em duas partes:

…Uma, bastante má, que era naturalmente a guerra, com todos os problemas. A principio o medo que é natural em qualquer um de nós. Depois vamo-nos habituando à situação!...

…Mas a situação psicológica era bastante grande, e na parte final com o regresso já próximo a ansiedade aumentou!...Mas tudo se passou e terminou o martírio e o regresso aconteceu!...Ficaram alguns traumas, infelizmente alguns ficaram por lá!...

Não o interrompo, respeito o seu desabafo que também é meu.

…A outra parte, diz…a boa, foi naturalmente o convívio e a camaradagem, derivado também da situação difícil em que vivíamos nos “obrigava” a aproximar mais uns dos outros…

…Posso de uma forma resumida dizer que apesar do seu lado mau, devido à situação de guerra, foi uma experiência que nos ensinou o lado mau (sublinha) da vida…

Com este grande e humilde camarada, lembro-me de dois acontecimentos: um na viagem e um outro já em Tite; o seu enjoo no barco que durou (8 dias), desde a passagem da Ponte sobre o Tejo até Bissau, e a febre tifóide que contraiu e o levou ao internamento hospitalar durante três meses.

Ainda uma outra, (que irritava o pessoal, mas de fazer inveja aos “putos” de hoje) recorda-me o Costa, eram os suas “pôpas” nos penteados “enroladas em brilhantina”, contrastando com o fardamento roto e empoeirado, levando a “malta” numa das vezes, pela força, fazer mergulhar a sua cabeça dentro de um bidão de agua que estava por perto.

Despeço-me do Matos com um…até amanhã! Mas deu para perceber que, em Ovar, no próximo encontro do pessoal, lá o teremos para o abraçar.

Raul Pica Sinos

Missa ètnica pela Paz ! Camerata Vocal de Torres Vedras.

Dentro daquele nosso lema de que "nem só de tropa vive o homem", aqui vos deixo o testemunho dum espectador, meu colega na Univ. Sénior, que assistiu ao Concerto de Natal da Camerata Vocal de Torres Vedras, na Igreça da Graça, no passado dia 13 de Dezembro. Este testemunho chegou-me às mãos por intermédio de dois outros amigos - o Rodrigues e o José António. "“MISSA ÉTNICA PELA PAZ” Aplausos para a Camerata Vocal de Torres Vedras ! Uma vez por outra vou ao cinema. Umas vezes gosto, outras vezes não. Quando gosto recomendo aos amigos e estes normalmente perguntam-me o nome do realizador. Já tem acontecido ir assistir a um concerto e, embora goste, também não fixo o nome ou nomes dos compositores e quando recomendo aos amigos lá vem a pergunta. Quem é o compositor? Fico embaraçado. Eu sou assim. Pobre e mal agradecido, como diz o povo. Gosto de um espectáculo e depois não me preocupo em saber quem foram os principais responsáveis por esses momentos de prazer. No cinema não é hábito batermos palmas no final da exibição. Num concerto é isso que se faz quando se gosta. Aí sim, procuro agradecer e bato palmas até que as mãos me doam. Mas fixar o nome do compositor ou nome do maestro… .
Toda esta lenga lenga vem a propósito de que no passado dia 13 fui à Igreja da Graça assistir a um concerto da Camerata Vocal de Torres Vedras. O nome Camerata (com mais de 25 anos) já me é familiar pois já assisti a vários espectáculos seus. Aquela “Ode ao Vinho” já me deslumbrou algumas vezes. Mas voltando ao concerto do dia 13 de Dezembro “Missa Étnica pela Paz”. Gostei tanto, tanto que bati palmas com força e já falei no caso com amigos. E desta vez tive a preocupação de tentar fixar na memória o nome do compositor – Lorenz Maierhofer –. O maestro António Gonçalves, apesar das minhas distracções, era nome que já tinha memorizado. Tratava-se de uma obra de paz e era em ambiente de paz que se vivia naquela Igreja, repleta de gente de todas as idades. Contrariamente ao que infelizmente acontece nestes eventos, não se ouviu o som de telemóveis. As atenções estavam todas voltadas para os interpretes, para o maestro, para os narradores, (leram textos de lutadores pela paz como Nelson Mandela, Luther King, Gandhi e outros) e para os percussionistas (elementos da Banda dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras). O público aplaudiu de pé com entusiasmo, como que agradecido por aqueles momentos de paz. Para todos, aqui deixo mais um aplauso. Joaquim Cosme 22 Dezembro de 2008""

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Feliz Natal

Para todos vós, familias e amigos
.
Feliz Natal
e
Que o Novo Ano seja melhor que o anterior
-
De David Mourão Ferreira, aqui lhes deixo um belo poema de Natal:
-
""Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que se veja à mesa o meu lugar vazio.
-
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que hão-de me lembrar de modo menos nítido
-
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que só uma voz me evoque a sós consigo
-
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que não viva já ninguém meu conhecido
-
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem vivo esteja um verso deste livro
-
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que terei de novo o Nada a sós comigo
-
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem o Natal terá qualquer sentido
-
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que o Nada retome a cor do Infinito
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David Mourão-Ferreira ""

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Votos de Boas Festas

António Andrade Junior (Falecido)
O nosso amigo José Costa reenviou-nos a seguinte mensagem: ""Caros Amigos, A todos vós que contribuiram para a obtenção de informação sobre o passado militar de meu pai, ANTÓNIO ANDRADE JUNIOR, da CART 1692 do BART 1914, e me ajudaram e estão a ajudar a recuperar memórias e me permitem começar a ganhar memórias perdidas, expresso os Votos de um Santo Natal e de um Próspero Ano Novo, extensível às vossas famílias. A demanda de algo muito particular, fez nascer em mim a vontade de saber mais sobre todos quantos lá passaram (Guiné) e de tentar perceber (se é que algum dia perceberei). É meu dever deixar este legado aos meus filhos, para que a memória não se apague, em respeito e homenagem a todos os BRAVOS que lá passaram. Se me é permitido mais este pequeno abuso, peço o favor de continuarem a enviar informação relevante (do arquivo histórico militar enviaram-me a cópia da listagem dactilografada e já mal percéptivel, com o nome de todos os incorporados na CART 1692). A todos o meu obrigado e BOAS FESTAS!!!! Um Abraço Amigo gonçalo andrade""
Sabem porque é que este Pai Natal em vez de Descer pela chaminé, tem que Subir pelas varandas ???? É porque está a Recibos Verdes !! Zé Justo
De uma forma muito especial, para os simpáticos e habituais visitantes do nosso Blog: Luisa Barbosa - http://biabisa.blogspot.com/ Alcinda Duarte - http://ocantinhodatia.blogspot.com/ e o prof. Carlos Silva - http://cantodocarlos.blogspot.com/ quero expressar os meus votos de um Natal e Novo Ano que se aproxima, repletos de muitos Sucessos Profissionais, Pessoais e Bloguistas. Zé Justo

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Duque - o encontro com o Pica Sinos

ELE É O Nº 1 NO QUADRO DE HONRA DA ASSOCIAÇÃO
Natural da cidade – onde o rio é mais azul, e em certos dias tem a mesma cor do céu – Setúbal –, o Manuel Duque, o “Duque” com a especialidade de maqueiro, como nós o conhecemos em Tite, veio para Almada aos 14 anos. Foi mecânico de balanças na antiga Casa Romão, e aos 17 anos abraça a profissão de bombeiro.
O Manuel Duque, o Chefe Bombeiro, amado e respeitado por todos que de perto com ele convivem, hoje, aos 63 anos de idade, é o nº 1 no Quadro de Honra da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almada.
Perante o encerramento dos Estaleiros da Margueira (Lisnave), e após 30 anos de serviço que ali dedicou como bombeiro, o Duque não escolheu, nem estava, ou melhor não podia estar, no seu horizonte escolher um outro caminho, senão o de soldado da paz! Ingressando, logo após o seu despedimento, no quadro efectivo dos Bombeiros Voluntários de Almada,
Fui ao encontro do “Duque”! Já no quartel, envergando o fato de trabalho, vejo-o a arrastar uma perna sofredora certamente por reumático, vem acompanhado por um outro camarada do serviço – o Sargento Alberto -! Apercebo-me que as suas palavras saem da sua boca “enroladas e em catapulta” resultantes de um AVC que recentemente o vitimou, diz. Quando na parada é com muito agrado que converso, neste primeiro encontro, com este nosso camarada. Foi gratificante verificar as muitas fotografias da vida em Tite religiosamente guardadas.
Dessas, uma particularmente mostrou – o Corpo clínico em Tite – apontando um a um, com os olhos rasos de água, a custo lá disse “ a maioria já se foi”. E uma outra, o seu inseparável amigo – o Joke – que para todo o lado o acompanhava. Em Tite passou pelo Duque muitas histórias: com o “JoKe” do Heitor, que não sendo o dono – mas sim tratador – eram inseparáveis. Com as duas corujas enormes, de cor branca, cujo “funesto assobio” arrepiava tudo o que era cabelo, não deixando dormir aqueles que por perto da enfermaria/farmácia habitavam. Outras, ainda ligadas à sua especialidade, quer em operações no terreno, quer no posto clínico.
Este camarada com um comportamento que lhe era peculiar – educado, paciente e obstinado! - Uma vez, faz-me o Botas lembrar, consertou uma bicicleta tipo “pasteleira” que num canto estava abandonada, onde nos dias de folga, sobretudo aos domingos, aproveitava – vaidoso – para dar as voltas ciclo turísticas pela tabanca, vestindo sempre uma tchart com motivos havaianos que “desviou” dum monte de roupa usada destinada a distribuir pelos naturais. Uma semana após o nosso primeiro encontro, com a presença do Comandante da Associação (Vítor E. Santo), do Sargento Bombeiro (Alberto) e do Zé Santos (Alcântara), no almoço que o Duque fez questão de nos presentear, apercebo-me, mais, que este nosso companheiro, já reformado, com 46 anos de bombeiro, ainda presta serviço nas áreas da manutenção e da conservação na instituição. Apercebo-me do superior destaque dos feitos do Duque em bravura, e dos serviços prestados à comunidade, não lhes cabendo no seu largo peito as medalhas – desde o bronze ao ouro - que lhes foram merecidas ao longo dos anos, por muitas e variadas entidades.
Bem hajas Duque! Pica Sinos

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

As brincadeiras de Natal, do Zé Justo...

Um AMIGO é outro eu, porém, mais perfeito. Jean Guiton Aos ex-companheiros de armas. Tudo do melhor que o mundo tem, para vós e aos que vos são queridos. 2008-2009 Zé Justo

domingo, 7 de dezembro de 2008

BOAS FESTAS para todos

Caros Amigos:

A todos vós desejamos Boas Festas, Feliz Natal e um óptimo Ano de 2009. Sempre com saúde!

Que o novo ano vos traga mais vontade não só de visitar o blog, mas também de participar nele. Só com a ajuda de todos vós, esposas, filhos, netos, amigos, o blog poderá continuar activo e dinâmico.

Bem hajam.

Zé Justo, Leandro Guedes e Pica Sinos

Fim de ano de 1968 - Um aerograma do Costa para a namorada...

Ementa FIM DO ANO 67/68 Fui procurar um aerograma dessa época. Encontrei um de 03/01/1968 As tantas escrevia eu pra minha namorada: "Embora estivesse de serviço, não deixei de festejar a passagem de ano. Um grupo de amigos reuniu-se todo num armazém de material de guerra, e não faltou: Frango assado no forno com batatas, e ainda uma bela sopa de canja.Cada um levou o que recebeu aí da metrópole. Foram umas horas inesquecíveis". José Costa

As Tabernas de Lisboa...

Recebi o seguinte email:

"Boa Noite! Chamo-me Filomena Cabral, sou do Algarve, mas neste momento estou em Lisboa. Sou professora de Historia e estou a tirar o mestrado na Universidade Nova de lisboa. Estou a fazer um trabalho sobre o Bairro Alto e as suas tabernas(que quase já não existem). Gostaria de Saber se teria disponibilidade de um dia contar-me as suas memórias sobre o Bairro Alto. Pois nem toda a sabedoria e conhecimento está depositada nos livros. Deixo o meu email menacabral@sapo.pt. Muito Obrigada Cumprimentos Filomena Cabral PS: Parabéns pelo blog, sempre que posso dou cá um salto para ler as Histórias " ---------------------------- e esta foi a resposta que dei à Senhora: ""Agradecemos o seu contacto e também a sua simpatia para com o nosso blog. O tema proposto é realmente interessante e tem sido tratado no nosso blog. Por isso enviei o seu email para dois amigos que são co-editores do nosso blog: Zé Justo jmjusto@gmail.com e Raul Pica Sinos raulpsinos@netcabo.pt Eles foram nascidos e criados nas zonas das tabernas lisboetas e vão concerteza dar-lhe a ajuda que precisa. São pessoas capazes e à altura daquilo que pretende. Os nossos cumprimentos."" Leandro Guedes""

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Detido fuzileiro suspeito de liderar ataque a "Nino" Vieira 24 NOV 08 às 13:19 Foi detido o fuzileiro suspeito de liderar o ataque de domingo contra o Presidente “Nino” Vieira, anunciou esta segunda-feira em Bissau o comissário-geral adjunto da Polícia de Ordem Pública (POP) da Guiné -Bissau. Já foi detido o sargento N'Tacha Ialá, o fuzileiro da Marinha que tinha sido destacado para o aquartelamento de Canchungo na sequência da alegada tentativa de golpe de Estado de Agosto protagonizada pelo almirante Bubo Na Tchuto, informou o comissário-geral adjunto da Polícia de Ordem Pública, o coronel António N'haga. Na madrugada de domingo, um grupo de militares atacou a residência do Presidente da Guiné-Bissau, João Bernardo "Nino" Vieira, mas as forças de segurança do chefe de Estado guineense conseguiram repelir o ataque. Segundo o coronel guineense, foram detidas cinco pessoas que «estão a ser ouvidas para melhor esclarecer as circunstâncias» do ataque. No entanto, há quatro suspeitos que continuam em fuga. O coronel António N'haga afirmou também que as autoridades guineenses «não vão permitir que haja mais problemas desta natureza» na Guiné-Bissau. Apesar da situação na cidade de Bissau estar agora calma, com as pessoas e os veículos a circularem sem restrições, só o perímetro da casa de "Nino" Vieira continua com segurança reforçada, com uma forte presença militar. África Guiné-Bissau Internacional Nino Vieira

Zé Justo

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Guiné-Bissau: "Nino" Vieira pede calma aos guineenses e agradece comunidade internacional 23 de Novembro de 2008, 19:41 O Presidente da Guiné-Bissau, João Bernardo 'Nino' Vieira, perante os acontecimentos desta madrugada, pediu hoje calma aos guineenses, garantindo que tem o controlo da situação, agradeceu a solidariedade da comunidade internacional e felicitou as Forças Armadas. Segundo um comunicado lido, em nome de "Nino" Vieira, pelo porta-voz da Presidência guineense numa rádio de Bissau, o chefe de Estado tem "a situação sob controlo", mas exorta os guineenses a manterem a calma e vigilância, segundo dados da Agência Lusa. No comunicado, 'Nino' Vieira" pede os cidadãos, os partidos políticos e os dirigentes que respeitem a expressão popular exprimida nas urnas" com as recentes eleições legislativas que deram uma maioria qualificada ao antigo partido único, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC). O Presidente guineense pediu ainda aos cidadãos que se mantenham "fiéis aos ideais da democracia e da paz, por serem, sublinhou o seu porta-voz, "factores que contribuem para o desenvolvimento" da Guiné-Bissau. À comunidade internacional "em geral e às organizações sub-regionais em particular", o Presidente guineense endereçou "o profundo reconhecimento pelo apoio prestado ao país para a realização das eleições (legislativas) e pela manifestação unânime de solidariedade perante os acontecimentos desta madrugada". "Todos condenaram este acto hediondo que teve lugar este madrugada no nosso país", frisou 'Nino' Vieira. O Presidente guineense dirigiu-se ainda aos cidadãos estrangeiros residentes na Guiné-Bissau, sublinhando que, embora a situação esteja sob controlo, "é preciso reforçar a vigilância". De acordo com o porta-voz da Presidência, "tudo será feito para que os autores material e moral deste acto sejam trazidos à justiça", isto porque, destacou ainda o comunicado lido por Barnabé Gomes, a "paz e a democracia deverão reinar na Guiné-Bissau". O governo da Guiné-Bissau encontra-se reunido numa sessão extraordinária de conselho de ministros, de onde irá sair a sua posição oficial sobre os acontecimentos esta madrugada na capital.

Zé Justo

domingo, 23 de novembro de 2008

UM BOM E SANTO NATAL PARA TODOS

OPERAÇÃO GALO FOI UM FRACASSO

MAS O NATAL FOI CELEBRADO

Lá longe, todos tivemos a oportunidade de presenciar e de ver: o místico pôr-do-sol, o calar da passarada, o breu e o luar ao cair da treva. Mas tenho dúvidas, que essa oportunidade se observasse, para todos, com o nascer dos dias em Tite.

Por força da especialidade que desenvolvia, noite sim, noite não, as horas eram passadas acordadas. Muitas delas, sentado junto á porta do Centro de Cripto, para ver o nascimento dos dias que sucediam.

Não eram menos bonitas, comparativamente com os dias onde era visível o sumptuoso pôr-do-sol, as alvoradas em Tite. A luz era diferente, mas também de uma beleza apaixonante, sobretudo após a época das chuvas, nos meses de Novembro e Dezembro, onde o cacimbo e a escuridão se dissipavam com a aproximação do astro-rei que ao erguer-se lentamente a destruía.

Como era bonito e encantador ouvir o chilrear da passarada ao acordar. Como era “refrescante” e ao mesmo tempo “agitador” o “perfume” do pão a cozer e do café certamente a ferver, que os padeiros e os cozinheiros manipulavam, no edifício do refeitório, desde as seis horas de todas as manhãs.

Como tudo hoje se faz luz da tristeza que senti naquela véspera de Natal de 1967. Pela primeira vez na vida estava impedido de passar o Natal com a minha família.

Como estava triste de não poder observar a iluminação natalícia certamente erguida no Rossio, e as montras eventualmente repletas de brinquedos na minha baixa Lisboeta.

Desanimado, juntei-me a uns quantos (poucos) companheiros de “route” com vista a organizarmos uma festa de Natal sem romper a tradição – peru assado –, já que na noite da consoada, o Comandante do Batalhão, ofereceria, para além do discurso da ocasião, o bacalhau cozido com batatas e couves.

Mas encontrar um peru em Tite ou nos arredores era hipótese à partida frustrada. Ninguém avistara perus. Havia sim, numa das palhotas da tabanca, junto á pista de aviação, um galo português de elegante porte, com crista vermelha e alta, multicolor nas penas, de bico e esporões bem afiados e, quando cantava a anunciar o nascer do Sol, era ouvido por todos aqueles, que como eu, por força das circunstancia estavam acordados, tal não era o seu “folgo”.

Então a “operação” galináceo é posta em marcha, consistindo em distrair a proprietária, uma velha preta, senhora bem forte, que por norma estava sempre de sentinela á pastagem da real ave, sentada num banco corrido, colocado na frente da sua palhota, e apoderarmo-nos do galo, certamente já morto, após paulada bem forte aplicada “no cabeça”.

Assim, dois de nós começaram por espalhar milho uns metros antes do galo em pastagem, procurando que o mesmo se deslocasse em nossa direcção quando na “picagem no milho” disperso. Os outros, assumiram posições estratégicas para barrar, eventualmente, alguém que nos quisesse intersectar na correria da fuga.

No decorrer da “operação”, a preta, ou adivinhou, ou alguém lhe disse das nossas intenções, pois sem esperarmos, desata numa berraria, de vassoura em riste e com ar ameaçador na nossa direcção, dizendo, …”ah bo fora, ah bo fora”… frustrando de todo o nosso propósito.

De todo, ainda procuramos comprar o galo, mas viemos a saber que o galináceo jamais serviria de manjar a quem quer que fosse, a dona tinha-o como animal de estimação.

Resultado:

Sem galo na travessa, mas no dia de Natal, a mesa estava farta com o pouco, que os familiares e amigos nos fizeram chegar.

Assim foi, naquela terra em guerra, a passagem do Natal de 1967

Tenham um bom e Santo Natal.

Pica Sinos

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Diz o Guedes

Só por curiosidade...

Eu acho que esta simpáctica velhota a que te referes, era a lavadeira do Arrabaça, a Marcelina. Devo ter por aí uma foto dela e quando a encontrar vou publicá-la.

Era uma pessoa extremamente simpáctica, mas gritava por tudo e por nada. Tinha um vozeirão forte, ao estilo dos cantores soul americanos e era muito respeitada pelas restantes Mulheres Grandes.

O seu galo foi alvo da cobiça de muita gente.

O Arrabaça saberá melhor que ninguém o destino do garboso animal, mas eu acho que quem finalmente ficou com aquele autêntico galo capão, foi nem mais nem menos a messe dos oficiais, num qualquer petisco restrito.

Abraços.

Leandro Guedes

sábado, 22 de novembro de 2008

Poesia...

Como nem só de tropa vive o homem, aqui vai uma dica importante para quem gosta do género.
""Livraria Poesia Imcompleta
Fernando Pessoa perto do Finalmente?
E centenas de outros poetas em mais de 20 línguas.
É a primeira livraria portuguesa de poesia.
Livros novos, esgotados e raros, no nº11 da rua Cecílio de Sousa,entre o Príncipe Real e a Praça das Flores, em Lisboa.
Larga escolha de edições importadas de Espanha e do Brasil.
Livros, revistas e spoken word.
A Poesia Incompleta estará aberta de segunda a sábado, das 10 às 19h45.
Mário Guerra""

sábado, 15 de novembro de 2008

O MESTRE LUIS FILIPE EM TITE

Tem sido, sobretudo pelas manhãs, bem cedo, que teimo rememorar episódios ou acontecimentos mais marcantes duma vivência circunscrita a um espaço, localizado a 3.500Km de distancia, que tinha cerca de 10.000m2, com terra batida e de cor vermelha, cercado, então, por paliçadas construídas por folhas de lata de bidões e arame farpado.

É sobretudo pelas manhãs, que o meu pensamento está mais “aceso” para ver, quanto não me apercebi das amplitudes de alguns valores que me rodeavam em Tite. Tal era o cerceamento da mente cegada por condições adversas que procuravam, sem o conseguir, destruir os meus verdes anos e certamente a mais cerca de 150 outros jovens, também imberbes, que me rodeavam.

Um desses valores foi o 1º Cabo Rádio-Montador Luís Filipe Ferreira Batista! O Mestre Luís Filipe!

O Mestre Luís Filipe nasceu em Lisboa a 24 de Agosto de 1945. Desde muito novo mostrou-se um apaixonado pela construção de bonecos, pelas marionetas e pelo teatro.

Este profissional autodidacta, na sua vida, foi inteiramente dedicado aos jovens. Ao longo da sua carreira, as representações de teatro com as marionetas, tiveram como palco as ruas, as escolas, as bibliotecas, os bairros, as praias e os jardins, levando pela mão, os cenários e as suas duas filhas, a Carla e a Filipa, que hoje lhe seguem os passos.

Montou e encenou inúmeras peças de autores diversos, que, entre tantas outras, da sua autoria, destaco o “Pom Pom Musical” e “O Circo das Marionetas”, que milhares de crianças tiveram a oportunidade em assistir.

Faz estágio de expressões artísticas, plásticas e teatrais na Inglaterra e na Irlanda. Foi formador qualificado para professores de ensino básico e de educadores de infância, com estatuto superior devidamente reconhecido pelo Conselho Cientifico-Pedagogico de Formação Continua, da Universidade do Minho. O seu historial curricular é enorme.

Em Tite, tanto quanto dava para perceber, a sua dedicação aos miúdos na educação, na transmissão dos saberes e dos valores que lhes procurava incutir, não foi alheia áqueles que de perto mais o rodeavam.

Por vezes, do seu próprio bolso, eram pagos e distribuídos géneros alimentícios, ou assumidos os custos junto dos “alfaiates”, que à porta da tasca do branco Silva, fabricaram os “fardamentos” para as aulas de ginástica que nos seus momentos das folgas ministrava aos seus “alunos” na tabanca.

Com o Luís tenho uma história que me parece por bem contá-la:

Eu, ele, e mais dois ou três camaradas, fomos convidados, pela família, para assistir ao ronco pela morte, de um jovem soldado que servia as nossas tropas. Passadas as horas do dia, já no lusco-fusco, todos regressamos ao quartel. Momentos mais tarde vimos o Luís sair novamente na direcção da tabanca …onde vai o Luís? Vou passar lá a noite, disse …pedi autorização ao Comandante dizendo que assumia os riscos de lá ficar…

E a sorrir… diz… Ele autorizou.

O Mestre Luís deixou-nos fisicamente em Abril de 2008

Bibliografia e fotos da Carla e Filipa

Pica Sinos

O repouso do pequeno Guerreiro...
Yahoo
Zé Justo

domingo, 9 de novembro de 2008

Sobre o Palma... pelo Pica Sinos

O “PALMA” E A BALA TRACEJANTE Manuel Palma, o “Palma” como nós o tratávamos em Tite, foi 1º Cabo de Abastecimento de Material de Guerra. Era à época o responsável pelo depósito/barracão que aquartelava o material bélico, ligeiro e pesado. Também pela existência, distribuição e reposição do mesmo. O “Palma” era talvez o mais “irrequieto” de todos nós. Em todas as “operações para gástricas ou estomacais” que no perímetro do quartel eram desenvolvidas, e que em sede o Blog do Bart 1914 já relatou algumas, era difícil o “Palma” não ser o mentor ou co-responsável das manobras. O “seu” barracão, era também, o local privilegiado para a montagem dos repastos que lhes seguiam, servindo algumas vezes de “casino”. Mas a minha conversa com o “Palma”, no passado dia 6 de Novembro de 2008, num restaurante em Almada, não começou exactamente com o passado em Tite. Este homem, natural da terra que viu Catarina Eufémia viver e morrer quando lutava por pão e trabalho, Baleizoeiro, veio para Lisboa/Moscavide aos 6 anos de idade, filho de operário da Covina, começando por me confidenciar que nos tempos de menino e moço, com 11/12 anos, foi aprendiz de Ourives. De muito que cavaqueámos, recordámos as aulas à noite na Escola Veiga Beirão, com o Bairro Alto por perto. Falámos da sua família, das suas filhas, com principal destaque da Rita com 14 anitos e ainda da reforma que está por perto. Mas já tínhamos praticamente comido o nosso bacalhau à Brás, e despejada uma garrafa de tinto da região do Alentejo, quando começamos, então, a recordar os tempos na Guiné, havendo um momento que por muitos anos que o “Palma” viva, jamais esquecerá e rememorou: … Foi a 19 de Julho de 1967, já estava deitado na cama montada a um dos cantos no barracão, onde trabalhava, quando pela primeira vez somos flagelados... …Na balbúrdia, de espanto e medo, só tive tempo de me deitar no chão, sem antes ter aberto as portas do armazém para facilitar o “sistema self servi” de quem por ele necessitasse, sendo obrigado a assistir ao “bailado” das balas tracejantes de 12 mm, que teimavam em furar o tecto do “meu” barracão… …Uns centímetros acima da almofada onde costumava deitar a cabeça, e pendurar os meus calções, assim como o cinto que normalmente os seguravam, depois da refrega, verifiquei que uma dessas balas os tinham furado, e decerto a cabeça caso não tivesse optado por me deitar no chão…. Pica Sinos
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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Festejando o S. Martinho José Malhoa 1907

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A Lenda de São Martinho

"Num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado romano, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada. S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo. E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade. Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.
Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a bênção dum sol quente e miraculoso.
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Será bom lembrar que no dia de São Martinho, 11 de Novembro, faz anos o nosso amigo Arrabaça.Para ele os nossos parabens, votos de muita saude com um grande abraço.
E para todos nós um bom S.Martinho, com broas de mel, castanhas e vinho...
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Provérbios alusivos ao S.Martinho
- No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho. - Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro. - Dia de S. Martinho fura o teu pipinho. - Do dia de S. Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o teu bornal. - Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho. - Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho. - Se queres pasmar teu vizinho lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho. - Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho. - Pelo S. Martinho, prova o teu vinho, ao cabo de um ano já não te faz dano. - Pelo S. Martinho mata o teu porco e bebe o teu vinho. - Pelo S. Martinho semeia favas e vinho. - Pelo S. Martinho, nem nado nem cabacinho. - Água-pé, castanhas e vinho faz-se uma boa festa pelo S. Martinho.
- A cada Bacorinho, vem seu S. Martinho.
- Não há bacorinho sem seu S. Martinho.
- Pelo S. Martinho todo o mosto é bom vinho.
- Pelo S. Martinho, deixa a água pró moinho.
- Quem bebe no S. Martinho, faz de velho e de menino.
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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Estatística dos nossos vídeos... pelo Pica Sinos

Estatística dos nossos vídeos Até 04/11/2008 No Youtube para colocar os vídeos que produzimos, é necessário a respectiva inscrição. Não é possível colocar vídeos, no Youtube, sem denunciar a nossa morada electrónica e concordar com os termos contratuais. Feito isso, podemos aceder a vários dados estatísticos do pessoal que visita, é disso que vos quero dar nota. Desde o principio da colocação dos vídeos: Em 08/10/2008 Costa e Mª da Graça 1ª versão (reduzida) Em 19/10/2008 Costa e Mª da Graça 2ª versão (completa) Em 20/10/2008 A Caldeirada de Peniche Podemos concluir que nos visitaram “cibernautas” dos seguintes países: Portugal, Cabo Verde, Suiça, França, Brasil, Reino Unido e Canadá. O total de exibições foi em número de 499: 324 Versão I do Costa e Mª da Graça 107 Versão II do Costa e Mª da Graça 68 Caldeirada em Peniche Em termos de faixa etária: 13-17 Anos…….12% 18-24 Anos…….5% 25-34 Anos…….9% 35-44 Anos…….10% 45-55 Anos…….0% 55-64 Anos…….59% Mais 65 Anos….5% Correspondendo ao pessoal masculino 97% e apenas 3% ao feminino. A classificação em estrelas: 3 Estrelas na primeira versão do Costa e da Mª da Graça 1 Estrela na segunda versão do Costa de da Mª da Graça E a Caldeirada ainda sem estrelas, mas que estava divinal ninguém tenha dúvidas. Pica Sinos ------------------------------------ Olá Pica Como é que tu conseguiste tanta informação? A tua carola não pára. Sinal da nossa velhice é o facto de constatares que apenas 3% femininas nos visitaram - é o sinal da crise, mas da crise da idade... Se fosse naquele tempo, os valores estariam invertidos, não achas?... Abraços e continua, amigo. Leandro Guedes ----------------------------------------------------------------------------------------------- Amigos Mais uma vez de boca aberta !! Como é que raio sabem as faixas etárias e tudo...olha que esta leva-me a pensar !! Gostava de saber a explicação para isto, será que alguém me "ispílica" ? Quanto a mulheres pouco ligarem, eu acho absolutamente natural...quantos Blogs ou sites femininos é que nós visitamos ??!! Há exceções, e a minha mulher é uma delas, quando há algo na televisão sobre a Guerra do Ultramar, ela própria me chama e interessa-se em ver e comentar comigo. Continua Raulão, e tu amigo Guedes, onde é que meteste a menina ao volante ? ;) :) Brações A propósito do "ispílica" o Badaró lá se finou, coitado. Além do que o vitímou também sofria de Alzheimer. Devido ás várias doenças, num atitude louvável, decidiu doar o corpo à ciência médica. Grande gesto. Zé Justo -------------------------------------------------------------- Raul Pica Sinos disse... Pois é Guedes Não tanto pela idade certamente, mas as mulheres da nossa idade e não só, têm pouca apetência para estas coisas. Estes acontecimentos, ligados à história da guerra colonial, passam-lhe ao lado. Têm outras apetências. Não tenho dúvidas que algumas até nos censuram de passar algum tempo a olhar para as imagens e textos que a Internet nos faculta sobre este e outros assuntos. Mas não ligues, com o tempo vão lá! Em contrapartida compensa a percentagem de jovens que dedicaram até hoje um pouco do seu tempo nos vídeos do Blog Bart1914. Creio que não te passou despercebido que se somarmos as faixas etárias que vão dos 13 anos aos 34 anos são 26%, o que é muito bom e a tendência é para subir.Este sim é que nos devem importar, sobretudo é para estes que são dirigidas as nossas mensagens. Também é importante referir a participação do pessoal a partir dos 55 anos e até aos 64 anos e mais. O montante de 64% é obra! E ainda dizem que os “ginjas” não se adaptaram às novas tecnologias, esta é a prova provada do contrário. Toma lá!!!! Raul Pica Sinos

Uma carta do filho de ANTÓNIO ANDRADE JUNIOR

ANTÓNIO ANDRADE JUNIOR (falecido)

(carta enviada ao nosso amigo José Costa.)

Caros Amigos (espero não me ter esquecido de ninguém), O sentimento de gratidão é imenso perante tanta vontade em ajudar e espiríto de companheirismo. Ver a divulgação nos blogues foi o pico! Tenho recebido fotografias, mapas, informações e tudo em pouco mais de 1 semana! A persistência compensa e os meus amigos apontaram TODOS na direcção certa, nomeadamente os Srs José Martins e António José Costa (perdoem-me não pôr as patentes militares) através da informação da companhia, mapas e fotografias, dado que, após intensa procura, apareceu ontem a caderneta militar (e que anexo). Efectivamente, o meu pai, António Andrade Juniór, esteve na Guiné entre 08 Abril de 1967 (data de embarque) e 03-03-1969 (data de embarque em Bissau). Serviu na CART 1692 e no BART 1914 (Sem Temor!!) - RAL 1. O seu N. Mecanográfico foi 19 01758066 Classe 1966/3.ºt. Nas fotos vi referências a um Nunes Engenharia e a um Espadinha e o Sr António José Costa, também já me identificou alguns dos locais das fotos e, confirma-se assim que serviu com o meu pai. Dado este importante primeiro passo, tomo a liberdade de pedir que me continuem a fazer chegar informação, nomeadamente fotos, filmes, história e episódios da BART 1914 e tudo quanto relaccione o meu pai, nomeadamente dos camaradas que com ele privaram. Em busca das memórias perdidas... dado que, uma árvore de grande porte, sem raízer firmes, torna-se frágil. Sei também que, para mim são memórias não contadas e que pretendo recuperar e que, para os meus amigos, poderão ser aquelas que pretendem manter no "baú". Pelo facto peço desculpa. Por fim, caso este BART ou Companhia, organizem confraternizações, gostaria eventualmente de poder participar em representação do meu pai. Gostaria de conhecer os seus camaradas. Seria uma honra, por representação, pertencer a esta família. Anexo a caderneta do meu pai, penso que ajude. Nutro por todos vós, caros amigos, um sentimento de grande respeito, admiração e amizade. Grato por tudo quanto já me fizeram chegar e que ajuda a conhecer o pai que tão cedo perdi e uma parte muito importante da sua vida. Um grande bem haja. Tudo quanto precisarem da minha parte pessoal ou profissionalmente, fico ao vosso dispor. Atentamente gonçalo andrade

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Petição - Lisboa é das pessoas, mais contentores, não!"

foto de blogdobarco
Petição - Lisboa é das pessoas, mais contentores não!". Artigo de Miguel Sousa Tavares: Assalto a Lisboa Quase vinte anos a escrever constantemente contra as inúmeras tentativas de expropriar aos cidadãos de Lisboa a frente ribeirinha do Tejo para a entregar a interesses privados ou a obras públicas inúteis têm-me ensinado que este será sempre um combate de retaguarda, recuando sucessivamente de trincheira em trincheira, sem perspectivas de vitória no final. Num mundo normal (nem sequer num mundo perfeito), numa cidade como Lisboa - que tem o luxo de ter 14 km de estuário de rio, que, além do mais, representam o seu maior património histórico de referência - nada seria consentido fazer que pudesse comprometer aquilo que é o domínio público mais importante da cidade e o seu traço marcante decisivo. O rio seria de Lisboa e de ninguém mais, porque Lisboa sem o rio será apenas uma paisagem em degradação acelerada.Mas nós não vivemos num mundo normal. Nós vivemos numa democracia em que os interesses privados passam tranquilamente à frente do interesse público, com sucessivos pretextos que, olhados de perto, não passam de um embuste. É por isso que, mesmo contra toda a esperança, é preciso não desistir de defender Lisboa contra os seus predadores - porque eles nunca desistirão das suas intenções. Hoje, volto assim a um tema de que já aqui falei duas vezes, a última das quais a semana passada: o projecto escandaloso, já aprovado pelo Governo, de erguer um muro de contentores na zona de Alcântara, podendo ocupar até 1,5 km de frente de rio, com uma altura de 15 metros - o equivalente a um prédio de quatro andares. Este caso, aliás, vem demonstrar que, pior ainda do que um mercado desregulado por falta de intervenção do Estado - que subitamente tanto preocupa José Sócrates - é um mercado regulado pelo favor político do Estado, como sucede entre nós, de forma cada vez mais chocante.A 'Nova Alcântara', como pomposamente lhe chama José Sócrates, é uma obra prejudicial à cidade de Lisboa, inútil e desbaratadora de dinheiros públicos, com todo o aspecto de ser ilegal e que levanta fundadas suspeitas de favorecimento negocial inadmissível.É devastadora para a cidade, porque, além de uma extensa faixa de rio, nos vai roubar um dos privilégios únicos que Lisboa tem: a possibilidade de ver atracados ao seu centro os navios de passageiros cuja imagem faz sonhar milhões de pessoas no mundo inteiro. Nunca mais aí veremos navios tão emblemáticos como o 'Queen Mary II' ou o imenso 'Sovereign of the Seas', empurrados para a periferia de Santa Apolónia e substituídos por uma muralha de quilómetro e meio de contentores. Nem rio, nem navios: uma montanha de caixotes de ferro, empilhados uns sobre os outros. Mas o roubo do rio não se fica por aí: aproveitando o balanço e a deslocação do terminal de navios de passageiros da gare onde estão os painéis de Almada Negreiros para o extremo oriental da cidade, o Porto de Lisboa esfrega as mãos de contente e prepara-se para dar cumprimento à sua mais recorrente ambição: a construção imobiliária à beira-rio. Deixa-se a gare de Alcântara e os painéis de Almada para os contentores e vai-se fazer em Santa Apolónia, em cima do rio, mais uma barreira de 600 metros de comprimento e outros 15 a 20 de altura, para albergar uma nova gare e, já agora, um centro comercial e um hotel... para os passageiros dos barcos, com camarote pago a bordo. E há outro dano, ainda: durante seis anos, o governo vai lançar mãos à obra de enterrar a via férrea existente, adaptando-a à necessidade de escoar um milhão de contentores a partir do centro da cidade. Num ponto crucial de entrada e saída de Lisboa, vamos ter um pandemónio instalado durante vários anos, para conseguir fornecer as acessibilidades tornadas necessárias pela localização errada do terminal de contentores.Nessas obras, vai o governo gastar para cima de 200 milhões de euros, através da CP e da Refer, de forma a tornar viável um negócio privado que é, além do mais, totalmente inútil. Lisboa tem capacidade subaproveitada para receber contentores - mas não ali e justamente na zona oriental, para onde querem mandar os navios de passageiros. Aliás, em Alcântara, vai ser ainda necessário dragar o rio, porque o seu fundo não assegura o calado dos navios que para ali se querem levar para despejar contentores. E, quando tanto se fala em descentralização, é notável pensar que o Estado quer investir 200 milhões para trazer contentores para o centro da capital, quando ali ao lado, em Setúbal, existe um porto perfeito para isso e cuja capacidade não aproveitada é de 95%! E isto para já não falar em Sines...Tão absurdo projecto só pode ser fruto de uma imbecilidade inimaginável ou... de uma grande, grandessíssima, negociata. Ponham-me mais os processos que quiserem, mas isto eu devo à minha consciência dizer: o negócio que o governo acaba de celebrar para Alcântara com a Liscont/Mota Engil, aprovado pelo Decreto-Lei nº 188/2008, de 23 de Setembro, tem de ser investigado - pela Assembleia da República, pelo Tribunal de Contas, pela Procuradoria-Geral da República. É preciso que fique claro do que estamos a falar: se de um acto administrativo de uma estupidez absoluta ou de mais um escândalo de promiscuidade político-empresarial.Em 1984, o Decreto-lei n.º 287/84 estabelecia as bases para a exploração do Terminal de Contentores de Alcântara, com as seguintes condições: área de ocupação restrita; atracagem apenas permitida a navios que, pelo seu calado, não pudessem acostar a Santa Apolónia; prazo de exploração de 20 anos, e concessão mediante concurso internacional. Com estas condições, apenas uma empresa - a Liscont - se apresentou a concurso e tomou a exploração, que rapidamente se revelou deficitária. Em 1995, salvo erro, a Liscont é comprada pela Tertir, que vem a obter do Governo, nos anos seguintes, alterações ao contrato, que de todo subvertiam as regras do caderno de encargos do anterior concurso internacional: mais área de ocupação, possibilidade de acostagem de todo o tipo de navios e mais dez anos de prorrogação do prazo, agora fixado até 2014. Em 2006, oito anos antes de expirar o prazo da concessão, a Tertir é, por sua vez, comprada pela Mota-Engil, por um preço anormalmente elevado face à perspectiva de negócio futuro. Mas, em Abril deste ano, sem que nada o fizesse prever ou o aconselhasse em termos de interesse público, fica-se a saber que a concessionária obteve do Governo nova revisão extraordinária do contrato, com as seguintes alterações: alargamento da capacidade de descarga para mais do triplo; aumento da área de ocupação para mais do quíntuplo; manutenção das taxas, já reduzidas, de operação; e prolongamento do prazo de concessão por mais 27 anos (!), até 2042. Tudo sem concurso público, tudo negociado no segredo dos deuses, tudo perante o silêncio atordoador de António Costa, presumido presidente da Câmara de Lisboa. E, finalmente, em Setembro passado, através do citado Decreto-lei 188/2008, fica-se a saber que o Governo ainda se disponibiliza para investir mais de 200 milhões de euros para garantir à Liscont/Tertir/Mota-Engil as obras necessárias a garantir o escoamento da sua capacidade triplicada de movimento. Imaginem: eu tenho um pequeno restaurante à beira-rio, que não é viável, por falta de espaço e de acessibilidades, e cuja concessão a lei prevê que dependa de concurso público e só dure vinte anos. Vem o governo e, de uma assentada, autoriza-me a triplicar o espaço, prorroga-me o prazo de concessão de modo a que o meu negócio acabe garantido por um total de 57 anos e sem aumento de renda, disponibiliza-se para me fazer e pagar as obras de acessibilidade necessárias ao sucesso do restaurante... e tudo sem concurso público, negociado entre mim e eles, no resguardo dos gabinetes. É ou não é fantástico?E é assim que se trata Lisboa. É ou não é escandaloso? E o que fazemos, ficamos quietos? Pedaço a pedaço, eles dão tudo o que é nosso, à beira-rio: um quilómetro e meio de frente à Mota-Engil, seiscentos metros ao Porto de Lisboa, um quarteirão no Cais do Sodré para qualquer coisa da observação da droga, outro quarteirão para o Hotel Altis, o CCB para a Fundação Berardo, um quarteirão mais para a Fundação Champalimaud e a Casa dos Bicos para a Fundação Saramago. Petição - Lisboa é das pessoas, mais contentores não!".

Procurando amigos de seu pai...

Meus amigos Transcrevo a seguir vários emails trocados entre o José Costa e um jovem que procura quem tenha convivido com o seu pai, ANTÓNIO ANDRADE JUNIOR, nesta foto, que esteve na Guiné, fazendo parte da CART 1692. Pode ser que alguém o tenha conhecido. Vamos procurar, amigos. Abraços Leandro Guedes ---------------------------------------------- Caro José Costa, O meu pai foi combatente na Guiné (Cacine/Cameconde), aproximadamente entre 03/1967 e 03/1969. Infelizmente, o mesmo faleceu, vitima de acidente de viação em 1979 (tinha eu 8 anos) e a minha mãe também faleceu em 1983 (eu com 12 anos) igualmente de acidente automóvel. Desta forma, não tenho quem me dê informações ou referências e ando em busca das origens. O seu nome era António Andrade Junior e era natural de Estremoz, nascido em 1945. Por consulta ao blogue de Luis Graça, fiz um pedido de ajuda para recuperar passado/raízes e saber mais da sua história militar. Desse pedido recebi já vários e-mails de resposta de -n- camaradas que procuram ajudar, deixando-me deveras sensibilizado por tamanha amizade e espirito de camaradagem. Num dos e-mails, de José Martins que inclusive me telefonou, deu-me indicações muito seguras que relacionam a Comp Art 1692 e o Batalhão de Art 1914 e, foi-me referido o seu contacto por ter pertencido à CCS (está mais informação no Blog http://bart1914.blogspot.com/ ). Será que tem alguma informação adicional? Busco essencialmente os camaradas que serviram junto, fotos, filmes, dados históricos e até eventualmente saber se a Comp onde o meu pai pertenceu tem confraternizações. Tenho comigo algumas fotos que poderia partilhar também. Um grande bem Haja. gonçalo andrade Nota: Num dos vários e-mails de resposta que já tive consta um António José Costa mas com endereço e-mail distinto. Se se tratar da mesma pessoa peço desculpa.
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Caros Amigos, Independentemente do sucesso desta minha demanda, quer na identificação da companhia quer no encontrar camaradas do meu pai, quero apenas agradecer a todos, com todo o coração, tamanho interesse, disponibilidade, amizade e espírito. É particularmente especial este momento, no dia de hoje, que representa o 25º aniversário em que perdi a mãe. Continuo a tentar reunir toda a informação e documentação que possa ajudar e, com os novos dados, voltarei a ver todas as fotografias. Sei que o meu pai pertenceu à Liga dos Combatentes sócio 66889. Não sei se existe algum arquivo oficial onde conste o nome dos combatentes. Um Grande Bem Haja a Todos Vós!!!!! Gonçalo Andrade 91 806 19 71
nota - deve procurar na liga dos combatentes em Lisboa. ----------------------------------------------- De: José Marcelino Martins - PORTNOR Enviada: ter 28-10-2008 9:37 Para: José CostaAssunto: CART 1692 Bom dia Aqui vai o que consegui encontar Localizei a unidade - Um blogue http://bart1914.blogspot.com/ Um contacto - José Costa Espero que o Gonçalo realize o seu desejo: Encontrar amigos do seu pai ANTÓNIO ANDRADE JUNIOR e conseguir encontrar uma ligação com o passado.
Um abraço José Martins
Companhia de Artilharia nº 1692 Pertenceu ao Batalhão de Artilharia 1914 Emblema do Batalhão Guião do Batalhão Foi mobilizado na Regimento de Artilharia Ligeira nº 1 – Lisboa Da unidade faziam parte as seguintes companhias: Companhia de Comando e Serviços Companhia de Artilharia nº 1690 Companhia de Artilharia nº 1691 Companhia de Artilharia nº 1692 Partida: Embarque em 08 de Abril de 1965 / Desembarque em 13 de Abril de 1965 Regresso: Embarque em 03 Março de 1969 Comandante da Companhia: Capitão de Artilharia José João de Sousa Veiga Fonseca Divisa: Sem temor A Companhia de Artilharia nº 1692 assumiu, em 16 de Abril de 1967, a responsabilidade do subsector de Sangonhá, com um pelotão destacado em Cacoca, ficando integrada no dispositivo e manobra do Batalhão de Artilharia nº 1896 e de pois do Batalhão de Caçadores nº 2834. Em 1 de Agosto de 1967, foi rendida por troca com a Companhia de Caçadores nº 1620, assumindo a responsabilidade do subsector de Cameconde, com dois pelotões destacados em Cacine, no mesmo sector. Em 28 de Dezembro de 1968, foi rendida em Cacine e Cameconde pela Companhia de Caçadores nº Companhia de Caçadores nº Companhia de Caçadores nº Companhia de Caçadores nº 2445 e foi transferida para Bissau, a fim de reforçar o dispositivo do Batalhão de Caçadores nº Batalhão de Caçadores nº Batalhão de Caçadores nº Batalhão de Caçadores nº 1911, com vista a cooperar na segurança e protecção das instalações e das populações da área, permanecendo nesta situação até ao seu embarque de regresso. História da Unidade – Caixa nº 81 – 2ª Divisão – 4ª Secção do Arquivo Histórico Militar Nota: Em Cameconde era reforçada por elementos da Companhia de Milícia nº 21. O BARTT 1914 tem blogue – bart1914.blogspot.com Possível contacto: José Costa - jpcovr@sapo.pt – Pertenceu à CCS
--------------------------------------------- http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/2008/10/guin-6374-p3360-em-busca-de-47.html Bom dia amigos!!! Vejam se entre os nossos companheiros alguém se lembra deste nosso excompanheiro, entretanto falecido.Ao que parece, pertenceu a uma companhia do nosso Batalhão – a CART 1692..Seu filho anda à procura de saber de alguém que tenha compartilhado com ele.Um abraço Costa .